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Como evitar a dengue?

Bastam as temperaturas começarem a subir, para os casos de dengue, proporcionalmente, aumentarem também. Isso ocorre porque as condições climáticas elevadas, somadas às chuvas recorrentes nessa época do ano, favorecem o desenvolvimento do agente principal da doença, o Aedes aegypti. Por isso, é fundamental saber como evitar a dengue e proteger sua saúde.O Ministério da Saúde divulgou, pelo boletim epidemiológico, dados comparativos entre 2019 e 2020 apontando um aumento de 129% no número de casos e 226% de mortes a mais neste ano. Esses números reforçam a necessidade de mobilização de todos em prol da prevenção. 

Para se ter uma ideia, só nas primeiras 14 semanas de 2020, foram registrados 525.381 casos prováveis de dengue e 181 mortes provocadas pela doença no país.

Para saber como evitar a dengue, é preciso conhecer a doença

A dengue é uma doença viral transmitida por um mosquito conhecido como Aedes aegypti. Ele possui um tamanho pequeno, corpo marrom, com uma faixa curva branca em cada um dos lados do tórax, e suas patas apresentam listras brancas.

Vive entre 35 e 45 dias e todas as suas atividades como reprodução, postura de ovos e alimentação acontecem durante o dia, principalmente entre o início da manhã e o fim de tarde.

Vale alertar que, até o momento, foram registrados quatro tipos de dengue: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4. Isso significa que uma mesma pessoa pode contrair a doença até quatro vezes. Mas, segundo o Ministério da Saúde, “a infecção por um sorotipo gera imunidade permanente para ele”.

Isso significa que, se você já for infectado por um tipo de dengue, não corre o risco de ser contaminado pelo mesmo vírus novamente. E vale lembrar que, de acordo com informações médicas, as chances de se ter complicações em decorrência da doença, aumentam nos casos de reinfecção.

A transmissão da dengue é feita pelo mosquito

A dengue possui um processo de transmissão por meio da picada do mosquito Aedes aegypti, mais especificamente pela fêmea, que precisa de sangue humano para a maturação dos ovos.

o há riscos de transmissão por contato direto entre as pessoas, nem de fontes de água ou alimento.

Uma das causas responsáveis pelo alto número de transmissões é o fato de o Aedes aegypti ser um mosquito doméstico, vivendo muito perto das pessoas.

Como prevenir a dengue

Cada um de nós tem a responsabilidade de atuar ativamente na prevenção da doença. E existem algumas ações que devem ser incorporadas na rotina de todos. Veja como evitar a dengue.

1. Eliminar os focos de água parada

ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) estima que 15 minutos são o suficiente para fazer uma varredura eficiente nos ambientes da casa para eliminar qualquer foco de água parada — ambiente ideal e mais comum de desenvolvimento dos mosquitos. A seguir, confira algumas medidas que podem ser realizadas a qualquer momento.

Dentro de casas e apartamentos:

  • Tampe os tonéis e caixas d’água;
  • Mantenha as calhas sempre limpas;
  • Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
  • Mantenha lixeiras bem tampadas;
  • Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
  • Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;
  • Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
  • Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.

Em áreas externas:

  • Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e de hidromassagem;
  • Limpe ralos e canaletas externas;
  • Atenção com bromélia, babosa e outras plantas que podem acumular água;
  • Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água;
  • Verifique instalações de salão de festas, banheiros e copa.

2. Evite ser picado pelo mosquito

Essa recomendação pode até soar de forma estranha, mas existem, sim, maneiras de você evitar que o mosquito se aproxime. Confira algumas dicas de como fazer isso:

  • Coloque telas nas janelas e, se necessário, os popularmente conhecidos mosquiteiros nas camas e berços;
  • Use sempre um repelente, reforçando a aplicação principalmente nas áreas expostas do corpo, como braço, pernas e rosto;
  • Em caso de epidemia ou surto, opte por utilizar calças e blusas de mangas compridas;
  • Evite locais com grande concentração de mosquitos.

3. Tome a vacina da dengue

Já existe uma vacina para se proteger contra a dengue. Embora ela não seja disponibilizada pelo SUS (Sistema Único de Saúde), pode ser encontrada em clínicas particulares.

Vale alertar que existem algumas contra indicações quanto ao uso da vacina, então, a orientação é sempre se consultar com um médico antes da aplicação.

4. Fique sempre atento

Quando falamos em prevenir a dengue, não nos limitamos à nossa casa. É preciso ficar atento a qualquer lugar que estivermos. Principalmente por se tratar de uma transmissão feita por um mosquito que, no caso, possui mobilidade – pode voar de um lugar para outro.

Por isso, caso identifique locais com características de um potencial foco de dengue, entre em contato com as autoridades competentes para que as medidas necessárias sejam tomadas.

Exemplos de locais para estar de olho: terreno baldio com lixo acumulado e objetos com água parada, e os famosos ferros-velhos.

Para esses casos a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disponibiliza o telefone 0800 642 9782 para contato. Ou você pode, ainda, ligar para prefeitura da sua cidade.

Sintomas mais comuns da dengue

A dengue pode ser uma doença assintomática (não apresentar sintomas), manifestar-se de forma leve ou mais grave, sendo que os sintomas mais comuns são:

  • Febre alta (39ºC a 40ºC);
  • Dor de cabeça;
  • Dores no corpo e articulações;
  • Dor atrás dos olhos;
  • Falta de apetite e perda de paladar;
  • Náuseas e vômitos;
  • Mal estar;
  • Manchas vermelhas no corpo.

Como é feito o tratamento da dengue

Não existe um tratamento específico para dengue. O que existem são medicamentos que diminuem os sintomas que a doença causa, sempre prescritos por um médico.

Porém, existe uma orientação de não utilizar medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (Aspirina, Melhoral, AAS) e anti-inflamatórios, pois podem aumentar o risco de hemorragias.

FONTE: https://allcare.com.br/blog/como-evitar-a-dengue-4-dicas-para-prevencao/

Dicas sobre a forma correta de regar plantas

Ter plantinhas em casa dá vida aos ambientes, deixa tudo mais alegre e com aquela atmosfera gostosa de lar de verdade. Mas muita gente desiste de ser “mãe/pai” de plantas porque, em algum momento, já deixou uma plantas morrerem e acha que não tem vocação para isso. Sim, elas exigem cuidados, mas nada que um pouco de atenção e algumas dicas não resolvam.

Por isso, a especialista em plantas Gabriela Heringer, uma das sócias do ateliê de cerâmicas e curadoria de plantas Studio Lily, dá informações preciosas do que deve e não ser feito na hora de regar. “Olhe de verdade para as suas plantas; aos poucos fica fácil identificar as necessidades delas através das folhas, que murcham ou caem. Vale lembrar também que a mudança não acontece do dia para a noite; então, se você regar hoje e amanhã ela ainda não estiver muito bem, espere mais uma pouco porque ela pode reagir ainda”, explica Heringer.

Quem tem plantinhas em lugares altos, de difícil acesso ou mesmo precisa sair durante alguns dias e não tem quem possa dar um pulo em casa para regar, existem alguns acessórios que podem ajudar. Um deles é o irrigador, com um recipiente onde é depositada uma quantidade de água, que vai sendo gotejada aos poucos na terra.

Confira seis dicas para saber o que fazer ou não na hora de regar plantas:

Borrifador: Não usar o tempo todo porque a planta pode ficar “melada”. A água fica na superfície e não molha nem a terra, nem a raiz adequadamente.

Rega consistente: Regar ao redor da planta, ao longo de toda a borda do vaso, até sair água pelos buraquinhos do vaso.

Sol: Regar no meio do dia, com sol quente, faz a água evaporar mais rápido, a raiz pode “cozinhar”. Então os melhores horários são de manhã ou ao entardecer.

Dedo: Nada de regar todas as plantas nos mesmos dias e horários pré-estabelecidos por você. Para sentir a necessidade de cada uma, basta usar o dedo. Isso mesmo. Coloque a metade do dedo na terra para sentir se está seca ou não e, só então, decidir se é o momento de regar.

Água da chuva: Se tiver uma varanda ou local que possa colocar todas as plantinhas durante a chuva, elas vão adorar. Uma ideia, caso não dê para movimentar os vasos, é usar um recipiente para recolher a água e depois utilizá-la para regar.

Luminosidade e local: Isso faz toda diferença na hora da rega. As que estão perto da janela ou do ar-condicionado precisam de muito mais água do que as que estão em locais mais escondidos e com menos vento. Nestes, a água evapora mais devagar e a terra fica mais úmida por mais tempo….

FONTE: https://www.clickguarulhos.com.br/2021/01/13/especialista-da-dicas-sobre-forma-correta-de-regar-plantas/

DICAS PARA PASSEAR COM CACHORRO NO CALOR

 

PASSEIOS PET EM DIAS DE CALOR

Para começar o nosso bate papo, a Jade os alertou-nos sobre a importância de passear em horários adequados para os cachorros e assim prevenir queimaduras nas patas e hipertermia que pode ser fatal para o cão. Então em dias quentes, o ideal é que o passeio aconteça no máximo até as 8hs da manhã ou depois do pôr do sol, quando a temperatura já baixou e o chão já está mais fresco, evitando queimaduras e aquecimento da barriga do cachorro, elevando a temperatura do animal, o que pode ser muito sério.

Vale lembrar que a forma como os cães regulam a temperatura corporal e combatem as altas temperaturas é diferente dos humanos. Eles não suam como nós fazendo essa troca de calor com o ambiente, e sim ofegante com a língua pra fora, o que faz esse processo ser mais lento e o excesso de calor ser mais complicado para eles, pois nem sempre eles tem tempo suficiente para fazer essa compensação e regular a temperatura.

Outra confusão bastante comum é o tutor entender que o cachorro está com a língua pra fora por estar cansado após brincar ou correr no parque, quando na verdade ele pode estar exausto e sofrendo com o sol quente. Por isso aprender a ler os sinais do pet em cada ambiente e situação é primordial para oferecer recursos e socorro, quando necessário.

Preserve seu cachorro seguindo essas dicas:

  1. Priorize os passeios em horários mais frescos, como de manhã cedo ou à noite.
  2. No calor não faça passeios muito longos.
  3. Observe os sinais do seu cachorro e se ele estiver muito ofegante é hora de parar.
  4. Não force os limites dele, se ele cansar e parar, respeite o tempo dele.
  5. Hidrate seu cachorro durante o passeio sempre.

O PROBLEMA DOS SAPATINHOS PARA CACHORRO

Aqueles famosos sapatinhos ou luvinhas que alguns tutores colocam nas patinhas de seus cachorros, com intuito de proteger os coxins (as almofadinhas das patas) do calor principalmente do asfalto e calçadas durante o passeio tem um valor de venda positivo, mas é importante saber que há contra indicação veterinária e é fundamental observar:

#1 MATERIAL DOS SAPATINHOS PET

Antes de comprar um sapato para o seu cachorro é muito importante observar o material com o qual foi produzido esse sapato e sua resistência ao calor. Isso porque alguns materiais podem derreter com o calor do ambiente e o calor absorvido do chão, grudando nas patinhas do cão e causando sérios problemas, muitas vezes com solução cirúrgica.

#2 LIMITAÇÃO DA REGULAÇÃO DE CALOR

Outra contra indicação é que os cães também fazem essa compensação de calor pelas patas, “suando” um pouquinho pelos coxins. Logo, quando abafamos essas patas com sapatinhos impedindo o contato com o ambiente, elas tendem a impedir essa troca de calor e ao invés de ajudar, acabam dificultando ainda mais a situação do cachorro, podendo provocar hipertermia.

Portanto, a  recomendação é que os sapatinhos sirvam só para fotos fofas no Instagram, mas não para uso de fato, principalmente em dias quentes, ok?

fonte: http://sobrecaes.com.br/dicas-para-passear-com-cachorro-no-calor/

Por que devemos combater o sedentarismo?

​​A Organização das Nações Unidas divulgou uma análise falando sobre o aumento de casos de sobrepeso e obesidade no Brasil.

De acordo com o estudo, mais da metade da população brasileira está acima do peso, enquanto 20% já pode ser classificada como obesa. Em relação aos anos anteriores, destaca-se o crescimento de crianças dentro dessas estatísticas: estima-se que 7% das crianças de até 5 anos têm sobrepeso.

A alimentação rica em gorduras é um dos principais fatores que contribuíram para aumentar significativamente este índice. Outro fator é a falta de atividade física.

Complicações da obesidade
Quando o corpo ganha alguns quilos, as articulações sofrem o impacto desse aumento: o joelho é um dos que mais sofrem.

obesidade é considerada ainda um fator de risco para uma série de doenças como:

Dia​betes;
Colesterol alto;
Hipertensão;
Câncer;
Problemas cardiovasculares.

A prática de exercícios físicos é essencial para fortalecer a musculatura, prevenir ou diminuir dores nas articulações e ainda reduzir os riscos de todas essas doenças citadas.

Além disso, os esportes ajudam a combater problemas como depressão, estresse e ansiedade, além de melhorar a autoestima. Bastam alguns minutos para você sentir os efeitos positivos da endorfina, o hormônio do bem-estar, liberado durante atividades físicas.​

Para evitar o sedentarismo, o recomendável é fazer pelo menos 30 minutos de atividade física ao menos três vezes na semana.

É bom lembrar que a recomendação vale não apenas para obesos, mas também para pessoas magras, que podem apresentar os mesmos problemas por causa do sedentarismo e da falta de hábitos saudáveis.

Falta de tempo não é desculpa
Para evitar o sedentarismo, o recomendável é fazer pelo menos 30 minutos de atividade física ao menos três vezes na semana.

Sabemos que a correria do dia a dia é um dos fatores que mais atrapalham a mudança na rotina, por isso, que tal começar com essas dicas para se exercitar mesmo em dias mais corridos?

Antes de começar
Mas se você passou muito tempo sedentário, nada de tomar decisões sozinho. Antes de começar qualquer atividade física é preciso consultar um profissional especializado e realizar uma série de exames.

FONTE: https://www.h9j.com.br/pt/sobre-nos/blog/por-que-devemos-combater-o-sedentarismo

Covid-19: veja dicas do que fazer para evitar o contágio dentro de casa

A Prefeitura de Curitiba divulgou orientações para evitar o contágio do novo coronavírus dentro de casa e como agir quando uma pessoa com Covid-19 está cumprindo o isolamento na residência.

O que fazer ao chegar em casa?

 

De acordo com as orientações, ao chegar em casa deve-se higienizar as mãos antes de tocar em algo, tirar os sapatos antes de entrar e colocar as roupas para lavar. Embalagens trazidas de fora precisam ser limpas.

A prefeitura ainda recomenda que bolsas e carteiras sejam deixadas em uma caixa na entrada. Caso animais também tenham saído da casa, as patas devem ser desinfetadas.

Prefeitura também recomenda higienizar óculos e celulares — Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

Prefeitura também recomenda higienizar óculos e celulares — Foto: Divulgação/Prefeitura de Curitiba

Isolamento

 

De acordo com a prefeitura, devem ficar em isolamento:

  • Pessoas que tiveram confirmação por exame, mesmo sem sintomas;
  • Pessoas que apresentem sintomas que podem ser de Covid-19, como perda de olfato e/ou paladar, dor de cabeça ou qualquer sintoma respiratório (coriza, dor de garganta, tosse, acompanhado ou não de febre e dor no corpo);
  • Pessoas que tiveram contato próximo ou domiciliar com caso confirmado ou suspeito.

 

A pessoa que está em isolamento deve permanecer em um quarto, e outros moradores em outro, incluse para dormir. Em casas com apenas um cômodo, uma área de isolamento destinada à pessoa contaminada deve ser criada.

Se houver mais de um banheiro na residência, um destes pode ser reservado para uso exclusivo do morador contaminado, que deve manter seus materiais de higiene pessoal em um recipiente separado.

O banheiro deve ser desinfetado com água sanitária, alcool ou água e sabão após o uso. Manter as janelas abertas e a casa arejada também pode evitar o contágio.

A importância de beber água todo dia

 

Algumas pessoas não ingerem a quantidade ideal diariamente de água, o que pode ocasionar vários problemas. O consumo diário de água ajuda a controlar e a prevenir doenças, auxiliando também nosso organismo em múltiplas funções, como:

  • Controlar a pressão sanguínea;
  • Auxiliar no emagrecimento;
  • Desintoxicar o corpo;
  • Melhorar o funcionamento dos rins;
  • Manter a pele mais jovem.

Se você é uma pessoa que tem dificuldade para lembrar-se de se hidratar, hoje em dia existem diversos aplicativos que te ajudam com lembretes. É bacana você ter uma garrafinha de água sempre com você para manter-se hidratado.

Tenha uma vida saudável, faça exercícios físicos e não se esqueça de beber água sempre.

A prevenção é o melhor caminho!

FONTE: https://www.cdmsaude.com.br/a-importancia-de-beber-agua-todo-dia/

 

5 dicas para começar a cuidar de plantas

Quer ter plantas em casa? Essas dicas podem te guiar sobre o que pensar antes de eleger a espécie perfeita para o seu ambiente.

Como todos os seres vivos, as plantas merecem cuidados especiais. Pode parecer um pouco complicado manter suas plantinhas vivas, mas garantimos que os benefícios são bem maiores do que as dificuldades. Elas decoram com classe, limpam o ar e promovem o bem-estar de uma só vez.

Para iniciantes, as dicas abaixo vão ajudar a escolher a melhor planta para iniciar um jardim dentro de casa.

1. A planta que cabe na sua rotina

Pode ser que você ame o visual dos cactos, mas, às vezes, as orquídeas se encaixam melhor na sua rotina. É importante perceber os seus hábitos antes de comprar uma plantinha. Há quem se dê melhor com regas regulares do que com aquelas espécies que exigem pouca água. Verifique se as plantas que você tem em mente exigem cuidados diários, semanais ou quinzenais e escolha o que é melhor para você. Dessa forma, você não vai deixá-las morrer com facilidade.

2. Segure as expectativas

Existem várias pesquisas que apontam os benefícios de cada espécie. A babosa, por exemplo, faz parte das receitas de muitos cosméticos e até purificadores de ar. Porém, não deposite muita expectativa nas plantinhas. Além disso, estude sua casa antes de chegar à loja com ideias em mente. É importante posicionar as plantas em um local arejado e que receba uma boa dose de luz natural.

3. Não comece com os vasinhos pequenos

A chance de você esquecer de cuidar de uma planta pequena é bem maior em comparação com as espécies grandes. Além disso, quanto mais delicadas, mais cuidados exigem. Saiba que as raízes maiores oferecem maior chance de recuperação, caso você cometa algum erro.

4. Compre em lojas especializadas

Em lojas maiores, com vários departamentos, pode ser mais difícil encontrar informações precisas. Os estabelecimentos menores, por outro lado, podem até ter um número de espécies limitado, mas é certeza que os funcionários saberão o que é melhor para cada uma.

5. Não tenha medo de perguntar e busque por informação

Caso sua planta comece a murchar, não se desespere em adicionar mais água. Procure alguém que entenda bastante e verifique as informações online. A internet é cheia de dicas, mas tenha certeza de que as recomendações são apropriadas para o local onde você vive, uma vez que o clima afeta diretamente no desenvolvimento natural.

Como cuidar de gatos assustados

Você sabe como cuidar de gatos medrosos? Ainda que sejam mais independentes que os cachorros, os felinos também precisam de uma atenção extra do dono em determinadas situações – e está é, certamente, uma delas. Um gato com medo e nervoso pode desenvolver problemas como estresse e ansiedade, além de ter mais tendência de fugir – uma mudança de casa, por exemplo, é um prato cheio para isso. Por isso, para evitar complicações e garantir uma rotina tranquila para o seu pet, preparamos uma matéria especial para você descobrir se o seu bichinho tem esse tipo de comportamento e qual a melhor maneira de acalmá-lo nessas horas. Vem conferir!

Gato medroso: observar o felino e tentar descobrir a origem do problema é o primeiro passo

Para descobrir se o seu gato é medroso, é muito importante ficar de olho em seu comportamento ao longo do dia a dia. Se o felino tem tendência a ficar arisco em qualquer situação e se esconde com qualquer mínimo estresse que surja no ambiente, ele provavelmente faz parte desse grupo – e você precisa seguir algumas dicas para aliviar a tensão e garantir a segurança necessária para aliviar o medo.

Ao notar os sinais de um gato assustado, é importante fazer uma retrospectiva da história do animal para tentar identificar algum ponto que tenha causado a tensão – como abandono, maus-tratos ou trauma vivido em alguma situação específica. Se não suspeitar de nada que possa justificar o comportamento arredio, também vale levá-lo ao veterinário para ter certeza de que não há nenhum problema de saúde causando o incômodo. Se você acabou de adotar um felino, é importante desde cedo saber exatamente como cuidar de gatos filhotes para evitar que ele desenvolva o problema.

Como cuidar de gatos: os donos Raphael e Carolina usam táticas específicas com seus felinos assustados

Quem tem um gato com essas características deve ser um dono ainda mais presente para que o pet se sinta confortável e não desenvolva problemas emocionais mais sérios por causa do estresse. Como cada gatinho se comporta de um jeito, a melhor opção pode variar em diferentes casos.

Raphael Sousa, dono da Mel, procura estabelecer uma relação de confiança para que a gatinha se acalme. O músico conta que, desde novinha, ela se assusta muito com barulhos e pessoas estranhas, correndo para se entocar sempre que uma das duas situações acontece: “Ela já ficou embaixo da cama e até da caixa d’água. Quando isso rola, não tem muito o que fazer a não ser conquistar a confiança dela”. Para conseguir isso, ele conta que costuma colocar comida – como petiscos – por perto e tentar uma aproximação para que a gata se tranquilize novamente. “É meio assim: olhando no olho, fazendo carinho e dando uma comida diferente, que eu sei que ela gosta. Vida de gato é muito fácil, não é? Quero vir gato em uma outra vida”, brinca.

Já a nutricionista Carolina Soares, dona da siamesa Florence e da vira-lata Minerva – , diz que precisa se distanciar e respeitar o espaço para acalmar as duas. Bem assustadas, elas costumam sair correndo em qualquer situação que saia da rotina, e a primeira chega ao ponto de ter medo do spray do desodorante. Mas, diferentemente do que acontece com a gatinha de Raphael, a aproximação não funciona nesse caso: “Elas se isolam. Se eu pegar, ficam mais assustadas ainda e se escondem. Preciso deixá-las sozinhas por um tempo”, explica.

Gato medroso: como acalmar com outras dicas

Além de criar uma relação de confiança ou dar o espaço que o gato precisa, você também pode recorrer a outras medidas para acalmar o seu bichinho quando ele estiver assustado – levando o comportamento e o histórico dele sempre em conta, não se esqueça.

Uma boa alternativa para situações de estresse é perguntar ao veterinário sobre a possibilidade do uso de algum floral – remédio natural com efeito calmante para controlar a ansiedade. Outra dica é criar um ambiente interessante para o gato não se sentir ocioso e estressado, com brinquedos espalhados pela casa, prateleiras e escadinhas nas paredes para que o instinto aventureiro seja explorado. Com alguns, a música clássica em volume baixo também pode ser uma ótima aliada – então, vale o teste para ver como o seu felino reage.

Redação: Nívia Passos

FONTE: https://www.patasdacasa.com.br/noticia/como-cuidar-de-gatos-assustados-veja-como-acalmar-o-seu-bichano_a562/1

Como fazer caminhada da maneira correta?

Dicas simples e eficazes para tornar sua alimentação mais saudável

A melhor forma de ter uma alimentação saudável e mais saúde é comer comida de verdade. Isso quer dizer consumir mais alimentos frescos e aqueles que são minimamente processados ou processados.

Frutas, legumes e verduras, cereais integrais, queijos, ovos, pães e carnes entram na lista dos alimentos in natura ou processados. Além disso, dê preferência aos que não passaram por grandes alterações químicas, como acontece com os ultraprocessados.

Refrigerante, salgadinho, bolacha, macarrão instantâneo são exemplos de alimentos ultraprocessados. Feitos nas grandes indústrias, esses produtos trazem na sua composição substâncias modificadas, como gordura hidrogenada e uma série de aditivos

Eles também são ricos em sal, açúcar e gordura e, se consumidos em excesso, podem elevar o risco de desenvolver obesidade e, consequentemente, problemas cardíacos e metabólicos

2. Preste atenção na sua fome

Você já deve ter escutado que precisamos comer de três em três horas. A justificativa para isso seria acelerar o metabolismo e estimular a perda de peso, mantendo o corpo bem nutrido e saciado. Só que nem sempre a mesma regra vale para todo mundo.

Somente um especialista poderia determinar com precisão os melhores alimentos e frequência de alimentação para cada indivíduo. No entanto, uma recomendação que vem ganhando força é prestar atenção aos sinais que o corpo dá quando a fome aparece. E, consequentemente, procurar alimentar-se com qualidade nesses momentos.

Outra ideia relacionada à alimentação saudável é a do café da manhã. Por muito tempo acreditou-se que comer essa primeira refeição do dia seria importante para perder peso e se manter mais saudável.

Porém, alguns estudos já questionam a relação entre o café da manhã e a ligação direta com o emagrecimento (3).

3. Coma mais devagar

Quando for se alimentar, coma mais devagar e concentrado no momento. Além de ser benéfico para a digestão, essa prática está associada com um menor ganho de peso.

Ainda que sejam necessárias mais investigações científicas, estudos já mostraram que comer rápido demais pode contribuir para o aumento do peso corporal

Por outro lado, quem come devagar ingere menos calorias e, dessa forma, tem uma menor chance de engordar (67).

4. Beba água regularmente

Água é essencial para a vida. A substância é responsável por inúmeros processos que acontecem dentro do organismo, regulando a temperatura corporal e participando do transporte e absorção de substâncias.

De tão vital, o corpo humano é composto por até 75% de água. Se não receber a quantidade necessária, o organismo pode entrar em um processo de desidratação, causando vários problemas e afetando o funcionamento do coração, rins, intestino e até mesmo a capacidade cognitiva

5. Utilize lista em compras para ir ao supermercado

Elaborar uma lista de compras antes de ir ao mercado é um dos fatores que colaboram para a alimentação saudável. Isso acontece porque é feito um planejamento antecipado, evitando assim escolher produtos ultraprocessados e coisas desnecessárias.

Uma boa recomendação é pensar no cardápio semanal, por exemplo, anotar os ingredientes que vai utilizar e comprar apenas o que é necessário. A prática também vai ajudar na economia e evitar exagero nos gastos.

6. Dê preferência aos alimentos integrais

Uma das maneiras mais fácies de deixar a sua alimentação mais saudável é dar preferência pelos produtos integrais. Outra opção é substituir a farinha refinada pela integral.

Pesquisas sugerem que o consumo de grãos integrais, que podem estar presentes nos pães e nas massas, ajudaria a reduzir o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e câncer

Outro ponto positivo é que os alimentos integrais são ricos em fibras, vitaminas e minerais, como magnésio, zinco e ferro.

7. Inclua iogurte na alimentação

Consumir iogurte natural, grego ou kefir também é importante para quem deseja ter uma alimentação saudável. Esses produtos são ricos em proteína e probióticos, que melhoram a saúde do intestino. Eles também contêm baixa quantidade de carboidratos.

Comer alimentos que são ricos em proteínas ainda contribui para a sensação de saciedade e auxilia no controle do apetite

8. Coma ovos preferencialmente pela manhã

O ovo é outro alimento saudável, rico em nutrientes e que proporciona saciedade. Ele também tem elevada quantidade de colina, substância importante para a bom funcionamento do metabolismo, das células e do sistema nervoso.

Cientistas apontam que a deficiência de colina no organismo pode estar relacionada com doenças hepáticas, cardíacas e neurológicas

E consumir o ovo pela manhã é ainda mais benéfico. Um estudo indicou que comer ovo causa uma maior sensação de saciedade, menor fome e desejo exagerado por comida quando comparado aos cereais

9. Aumente o consumo de proteínas

Aumentar o consumo de proteínas é essencial para quem busca mais saúde. Esse nutriente afeta positivamente os hormônios relacionados com a saciedade e a fome

Segundo uma pesquisa norte-americana, pessoas com uma alimentação equilibrada – composta por 15% a 30% de proteína – comem até 441 calorias a menos durante o dia

E não pense que as proteínas boas estão presentes apenas nos alimentos de origem animal. Feijão, grão-de-bico, lentilha, castanhas e manteiga de amendoim também tem altos níveis de proteína.

10. Inclua alimentos ricos em vitamina D e ômega-3

A vitamina D, presente em alimentos como peixes, carnes, ovo, leite e cogumelos, desempenha importantes papéis no funcionamento do organismo, principalmente com relação à saúde dos ossos e do sistema imunológico

Por outro lado, a falta dessa substância pode gerar uma série de problemas, afetando diversas funções metabólicas

Presente nos peixes, frutos do mar e óleos vegetais, o ômega-3 contribui para a redução dos processos inflamatórios, favorecendo o funcionamento do coração e do cérebro

11. Evite fast-foods

Para manter uma alimentação saudável evite consumir produtos fast food, que geralmente são preparações com excesso de sal, açúcar e gordura. Uma pesquisa indicou uma associação entre o consumo de fast food e o aumento da incidência de obesidade e hipertensão, inclusive em crianças

Além disso, muitos especialistas alertam para a ineficácia de práticas como o “dia do lixo”, no qual pessoas que seguem uma dieta tem um dia para comer o que quiserem.

12. Cozinhe mais em casa

Cozinhar mais e preparar as refeições em casa é uma boa alternativa para manter a saúde em dia. Isso acontece porque você passa a selecionar melhor o que come, além de privilegiar preparações mais saudáveis, reduzindo o uso de fritura ou gordura durante o processo.

Cozinhando mais em casa você vai ter mais certeza de como o alimento foi feito e qual é a procedência dele. Como benefício, ainda vai ser possível economizar, já que é muito mais barato do que comer fora

Fonte: https://www.pensenatural.com.br/dicas-alimentacao-saudavel/