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Meu cachorro tem medo de passear na rua, o que fazer?

Dicas parar preparar o cão para o passeio

Saiba como ajudar seu cachorro com medo de passear
Saiba como ajudar seu cachorro com medo de passear

Todos os cachorros, independente de raça e porte, precisam passear na rua. Além de ser um ótimo exercício físico, ajuda o cachorro a desestressar, liberar energia, socializar com outros cães e estreitar os laços com seus donos. Os cachorros são animais muito sociáveis e ativos e, por isso, a hora do passeio é sempre de muita euforia. Se esse é o caso do seu cachorro, aproveite cada minuto e o leve para dar uma volta na rua sempre que possível. Mas alguns cachorrinhos podem desenvolver o medo de passear. Nesses casos, você precisa ler essa matéria porque nós vamos te ajudar com algumas dicas!

Meu cachorro tem medo de passear: conheça os principais motivos

Enquanto filhotes, os cachorros passam por um período que é super importante para moldar a sociabilidade do animal. É durante as primeiras 12 semanas de vida que eles superam o medo de outros animais e de pessoas. Depois desse período, os cachorros, caso não tenham passado pela fase de socialização, podem desenvolver comportamentos agressivos com outros pets, medo de barulhos, da movimentação das ruas e até mesmo fobias.

Por isso, após o primeiro ciclo de vacinas obrigatórias é importante começar com passeios, incentivar a socialização com outros animais e o convívio com outras pessoas. Outra dica é acostumar o cachorro a usar a coleira e guia dentro de casa antes de sair na rua. Coloque os acessórios e dê uma voltinha pelo cômodos, sempre com um petisco na mão para parabenizar a cada passinho. O desconforto com a coleira pode ser um dos motivos do receio de passear.

Mesmo seguindo todas as dicas e cuidados, o seu cachorro continua com medo de passear? A gente te ajuda!

Dicas para amenizar o medo de passear do cachorro

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Conheça os principais motivos do seu cachorro ter medo de passear
Conheça os principais motivos do seu cachorro ter medo de passear

fonte: https://www.patasdacasa.com.br/noticia/meu-cachorro-tem-medo-de-passear-na-rua-o-que-fazer-dicas-parar-preparar-o-cao-para-o-passeio_a109/1

Caminhar Faz Bem Para o Corpo e a Mente

Caminhar é um exercício gratuito e democrático, pois pode ser realizado por pessoas de todas as idades, de jovens a idosos. Dedicar alguns minutos do seu dia para andar e se movimentar pode te proporcionar mais saúde e qualidade de vida. Antes de começar, uma boa dica é procurar um médico para fazer uma avaliação física e saber se está apto a começar este exercício.

Liberado por seu médico; veja algumas boas razões para incluir a caminhada diária em sua rotina e conheça também quais são os principais benefícios de caminhar.

1 – Melhora o Humor

Depois de ter um dia estressante de trabalho, ao invés de ir para casa e ficar remoendo todos aqueles sentimentos ruins, vá caminhar. Enquanto se movimenta, seu cérebro aumenta a produção dos hormônios responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar, o que faz com que o estresse vá embora e o seu humor fique melhor.

2 – Estimula a Criatividade

Quando você precisa ter uma ideia criativa, ficar trancado no escritório forçando a mente para que ela apareça não é uma boa saída. Nesse caso, o melhor a fazer é sair para caminhar. Assim, seu cérebro irá relaxar e, então, sua ideia brilhante poderá surgir de forma natural, sem nenhum tipo de pressão.

3 – Ajuda a Perder Peso

Apesar de ser uma atividade mais leve, caminhar também ajuda no controle do peso corporal, mas, claro, se associada a uma alimentação saudável. Inclusive é uma ótima opção para quem quer deixar o sedentarismo para trás e começar a se exercitar.

4 – Reduz o Risco de Doenças

Caminhar durante trinta minutos todos os dias é capaz de auxiliar na redução dos riscos de uma série de doenças, como as degenerativas, o diabetes, pressão alta, problemas cardiovasculares, entre outras. Por todos esses motivos é uma atividade bastante recomendada para idosos.

5 – Fortalece os Ossos e as Articulações

A caminhada diária auxilia na estimulação dos ossos, aumentando sua densidade. Além disso, também traz benefícios para as articulações, tornando-as mais fortes. Nesse sentido, a atividade ajuda na prevenção de problemas como a osteoporose e a artrite. Inclusive é recomendada por muitos médicos como complemento do tratamento dessas doenças.

6 – Prepara Para Exercícios Mais Intensos

Uma pessoa acostumada a uma rotina sedentária pode utilizar a caminhada como uma opção para começar a se movimentar e, assim, se preparar para praticar exercícios mais intensos. Aumentar o ritmo aos poucos é fundamental para dar tempo para que o corpo se acostume a se movimentar e, assim, prevenir lesões.

7 – Ajuda a Relaxar a Mente

Enquanto caminha, observe o mundo ao seu redor, as pessoas, as construções, paisagens, os carros passando. Concentrar-se em elementos externos é uma ótima maneira de relaxar a mente e obter novas perspectivas em relação à vida. Faça desse um momento só seu, em que possa deixar os seus pensamentos fluírem livremente.

Dicas Para Começar a Caminhar

Se você está sentindo vontade de começar a caminhar, depois de fazer uma avaliação médica e saber que está tudo certo, apenas comece e faça isso ainda hoje se possível. Não deixe para amanhã a sua busca por bem-estar, saúde e qualidade de vida. Confira, a seguir, dicas para começar.

Defina uma rotina: disciplina e organização são essenciais para que a atividade realmente se torne parte do seu dia a dia. Então, verifique quais são os dias e horários em que poderá caminhar e siga à risca essa programação.

Comece devagar: não adianta querer caminhar por vários quilômetros logo no primeiro dia. É fundamental que respeite os limites do seu corpo e permita que ele se acostume com a nova atividade aos poucos. Por isso, comece caminhando por trechos mais curtos e vá aumentando gradativamente.

Vá com ou sem companhia: ter alguém com quem caminhar pode ser bastante agradável e motivador, contudo, evite depender de outra pessoa para isso. Se desejar, convide alguém para ir com você, mas vá mesmo que o convite não seja aceito.

Ouça música: os fones de ouvido podem ser uma ótima companhia para as suas caminhadas. Escolha uma playlist com suas músicas preferidas e torne esse momento ainda mais agradável. Apenas tome cuidado se for andar por vias em que há trânsito, pois zelar pela sua segurança é primordial.

Faça alongamentos: antes de sair para caminhar, faça exercícios de alongamento. Eles irão ajudar a preparar o seu corpo para se movimentar e, assim, reduzir o risco de lesões.

Controle sua respiração: deixar de controlar sua respiração enquanto caminha pode fazer com que se canse mais rapidamente. Então, atente-se para a forma com a qual está inspirando e liberando o ar do seu corpo. Uma forma interessante de fazer isso é sincronizando seus passos com a respiração, assim ficará mais fácil manter o controle.

Use roupas e calçados adequados: para que consiga se movimentar livremente, é importante que utilize roupas de tecidos leves e maleáveis. Um tênis confortável também é essencial para manter os seus pés confortáveis e reduzir os impactos.

Consulte um médico: se está vivendo de forma sedentária há muito tempo, tem mais de 60 anos, pressão alta, diabetes, problemas nas articulações ou qualquer outra dificuldade ressalto que é de grande importância que consulte um médico antes de começar a caminhar. Assim, ele poderá dar as orientações necessárias para que a atividade traga apenas benefícios e não complicações.

Espero que este artigo tenha te inspirado a cuidar mais de si e buscar atividades como a caminhada, que promovem a sua saúde e o seu bem-estar físico, emocional e mental. Aproveite e compartilhe este conteúdo em suas redes sociais, para que mais pessoas se inspirem a buscar ter mais qualidade de vida e, assim, sejam mais saudáveis e felizes.

FONTE: https://www.jrmcoaching.com.br/blog/importancia-caminhada-saude-mental-fisica/

Saiba quando e como regar as plantas

Quem cultiva plantas há muito tempo sabe da importância e da atenção que deve ser dada a elas na hora de regá-las. E quem ainda está começando a plantar e cuidar das plantas não deve dar a missão de molhá-las como fácil, pelo contrário, é uma tarefa que exige muita atenção.

Você sabia que é mais comum uma planta morrer pelo excesso de água do que pela falta dela? Com o medo de deixá-las sem água, normalmente, os principiantes acabam é colocando água de mais.

Porém, verdade seja dita não é nada complexo regar as plantas, basta saber como fazer e pronto. Não tem erro.

Os cuidados necessários na hora de regar uma planta
Não importa se as plantas estão no jardim ou em vasos na parte interna da casa, dos dois modos, elas devem receber os mesmos cuidados, incluindo, principalmente, a rega.

Lembrando que as espécies diferentes exigem um tipo de cuidado diferente uma das outras. Porém, o horário para que as plantas recebam água é sempre o mesmo, não importa de qual espécie ela é, molha-se na parte da manhã, bem cedinho, e depois no fim da tarde, sempre superando 15 horas.

Mas, muita atenção em relação ao tempo, que não anda muito certinho e pode ser que às 15 horas o sol ainda esteja quente demais, neste caso, regue a planta às 17 horas. E o horário de meio-dia não deve ser usado para molhar as plantas de maneira nenhuma.

Esse também é um detalhe importante que deve ser observado na hora de regar as plantas, as mudanças inesperadas de tempo. Verdade seja dita, não é que o tempo anda muito certinho, pelo contrário, dias quentes demais, dias frios demais, verão estendido, enfim, uma grande confusão.

Para evitar que as suas plantas sofram com isso, você deve ficar alerta para regar de acordo com as necessidades delas.

Se você esqueceu de molhar as suas plantas a tardinha, não faça isso à noite. Nesse período, elas não absorverão bem a água, o que fará com que as folhas fiquem por um período mais longo molhadas e isso pode acabar fazendo aparecer fungos.

A quantidade de vezes que se deve regar as plantas
O primeiro passo antes de fazer a primeira rega das plantas é avaliar quais as condições do dia. O clima pode diferenciar para que seja necessário aumentar a quantidade de água ou diminuir a quantidade.

Alguns dias estará muito frio, em outros, muito quente. E claro, se um dia faz muito calor a planta precisa de mais água e no dia que faz frio, precisa de menos água. Por isso, não dá para não considerar o clima.

Porém, existe um modo de saber se a sua plantinha está precisando de água, sem erro. Usando os dedos ou um palito basta mexer na terra e observar se ela está seca ou úmida. No primeiro caso, é hora de regar, no segundo, não precisa, deixe para o dia seguinte.

Além de seguir as instruções anteriores, claro, não esqueça de se informar sobre o tipo de rega que é necessário para espécie de planta que você escolheu.

A quantidade de água que deverá ser usada numa rega
No caso da rega, pode ter certeza, que é melhor pecar pela falta do que pelo excesso. Se você encharcar a terra tem grandes chances de acabar fazendo morrer as suas plantas, claro, que algumas espécies gostam disso.

Por isso, é muito importante conhecer bem como cuidar da sua. Porém, aquelas que não gostam acabam sofrendo porque a raiz se “afoga” não conseguindo ter o ar que precisa. Esse processo gera fungos e doenças na planta.

Quando for regar a planta vá colocando água lentamente e dê pequenas pausas caso perceba que a água está entrando muito devagar na terra ou quando perceber que ela já está saindo nos buracos do fundo do vaso.

Como deve ser feita a rega nas folhas
As folhas podem e não podem ser molhadas. Explicando melhor, depende da espécie de planta que você tem em casa, algumas podem ter as folhas molhadas enquanto as outras não podem.

Principalmente, aquelas que possuem folhas muito sensíveis, como é o caso, por exemplo, das violetas. Porém, caso você molhe as folhas por acidente não precisa ficar preocupado, não tem problema. Claro, não deixe que isso se repita outras vezes.

Também dá para evitar esses “acidentes”. Ao invés de regar jogando a água diretamente na planta, você poderá colocar a água nos pratinhos ou na base que fica embaixo dos vasos. Além de ter certeza de que as folhas ficarão sequinhas, será possível evitar várias doenças que acabam atingindo as plantas por causa de regas que não são feitas corretamente.

Mais dicas para regar as plantas de maneira correta
Se a sua plantinha ficou sedenta e murchou não pense que agora fazendo a rega e encharcando ela estará tudo resolvido. Pelo contrário, essa água em excesso depois de um período sem o líquido provocará um estresse ainda maior no metabolismo da planta.

Na prática, esse processo acarretará a perda total da capacidade de se reidratar da planta e isso fará com que ela sofra com a falência funcional das raízes e em sequência grande parte dos tecidos celulares irão morrer.

A rega não deve ser feita com um super jato de mangueira, o correto é fazer por aspersão, isto é, usando uma forma de chuveiro, com chuviscos, que caiam poucas gotas pouco a pouco. A planta quando recebe água dessa forma tem menos chances de ter as suas folhas lesionadas, principalmente, aquelas mais frágeis. Além disso, com a água controlada não acontecerá de se formarem buracos na parte de cima do substrato.

Lembre-se sempre que a rega não deverá ser feita de maneira nenhuma em um único ponto. A água deve ser distribuída em toda a área do substrato. Atenção dobrada, como foi dito anteriormente, se a planta não pude receber água nas folhas.

Se quiser usar mesmo a mangueira, faça isso com bico aspersor, outras opções são o pulverizador manual, o regador de bico fino ou o regador com crivo.

FONTE: http://www.plantasonya.com.br/dicas-e-curiosidades/saiba-quando-e-como-regar-as-plantas-2.html

Como escolher o cachorro ideal para você

Se você tem filhos, sabe que os pequenos tem em comum um desejo: um bichinho de estimação. Uma alternativa é adotar um cão ou gato em uma das várias feiras de adoção espalhadas pelo Brasil, ou então, comprar um filhotinho de um canil especializado.
Se você e sua família optaram por adquirir um cão de raça, o primeiro passo é escolher o cachorro ideal que se adapte à rotina da sua casa, assim como o espaço disponível.

Cães maiores precisam de mais espaço para correr e brincar e, não é muito recomendado para famílias que morem em apartamentos sem uma varanda ou quintal grande. Além do tamanho do cão (que pode ser anão, pequeno, médio, grande ou gigante), é também importante considerar o nível de agressividade da raça, aptidão (caça, companhia, guarda, tração, combate, corrida ou pastoreio) e como o cão reage a estímulos – por exemplo, se você começar a brincar com um Golden Retriever, ele passará horas brincando, nadando ou caçando, mas se deixado quieto na casinha, passará o dia cochilando aos pés do dono ou tomando sol.

Veja a seguir um pequeno guia de raças de cães, com os 15 tipos mais dóceis, brincalhões e mais recomendados para famílias com crianças em casa, entre as 400 raças disponíveis no Brasil:

Pequeno porte

Poodle Toy

Agressividade: mediana
Atividade: alta
Aptidão: companhia
É um ótimo cão para famílias que moram em pequenos apartamentos, por conta do seu tamanho – dá até para carregar na bolsa de tão pequenos. Têm personalidade companheira e dócil.

West Highland White Terrier

Agressividade: baixa
Atividade: média
Aptidão: caça e companhia
É um cãozinho companheiro e alegre, e geralmente se adapta a qualquer ambiente.

Shi-Tzu

Agressividade: baixa
Atividade: moderada
Aptidão: companhia
Essa raça adora receber carinhos e fica no colo das visitas. É uma raça mansa, que se adapta a pequenos espaços e bastante sociável.

Lhasa Apso

Agressividade: baixa
Atividade: baixa
Aptidão: companhia
Assim como o Shi-Tzu, é uma boa raça para famílias que morem em apartamentos. Tem fama de preguiçoso – por isso, sempre tente estimulá-lo para brincar.

Médio porte

Cocker Spaniel Inglês

Agressividade: moderada
Atividade: moderada
Aptidão: caça e companhia
Apesar de ser um cão brincalhão, agitado e alegre, não precisa de muito espaço para interagir com seus donos.

Bulldog Inglês

Agressividade: baixa
Atividade: baixa
Aptidão: companhia
Assim como o Boxer, esse cão tem cara de mau, mas é super manso e dócil com crianças.

Fox Paulistinha

Agressividade: moderada a alta
Atividade: alta
Aptidão: companhia, alarme e caça
Como é um cão de guarda, não se assuste se ele começar a latir no portão de casa quando um estranho aparecer na porta. É um cão muito ativo, que precisa de bastante exercício – faça pelo menos dois passeios por dia com ele.

Schnauzer Miniatura

Agressividade: mediana controlada
Atividade: moderada
Aptidão: vigia e companhia
Apesar da fama de latidor e ranzinza, se criado com crianças desde filhote, se acostuma e fica muito dócil. São inteligentes e aprendem truques muito rápido – muitas famílias colocam seus cães em escolas de Agility, onde eles pulam obstáculos, como no hipismo.

Beagle

Agressividade: moderada
Atividade: muito alta
Aptidão: caça
Muito sociável, brincalhão e super agitado. Ótimo para gastar as energias do seu filho. Como é uma raça caçadora, adora fazer buracos na terra. Passeie bastante com ele – se entediados, começam a ficar destrutivos.

Grande porte

Boxer

Agressividade: moderada a alta
Atividade: moderada
Aptidão: guarda e companhia
Apesar da cara de mau, adora crianças.

Bernese Mountain Dog

Agressividade: moderada
Atividade: alta no trabalho e baixa em casa
Aptidão: tração e pastoreio
Esse tipo de cão é muito usado como animal de tração em fazendas na Suíça, região onde a raça surgiu. É alegre e costuma ser uma ótima opção para crianças pequenas.

Collie

Agressividade: moderada
Atividade: média
Aptidão: pastor, guarda e companhia
A raça ficou muito popular com o filme “Lessie”. São muito inteligentes, sensitivos e gentis, tanto com crianças quanto adultos.

Sheepdog

Agressividade: baixa
Atividade: moderada
Aptidão: pastor e companhia
É o “cão-babá” – adora crianças de qualquer idade. É um cão grande que precisa de bastante espaço.

Golden Retriever

Agressividade: baixa
Atividade: baixa
Aptidão: caça e companhia
É um dos cães mais pacientes e tolerantes – as crianças puxam suas orelhas, montam em cima deles, e eles continuam mansos.

Labrador Retriever

Agressividade: baixa
Atividade: moderada
Aptidão: caça e cão-guia
É um cão bastante bagunceiro, agitado e brincalhão. Esta raça ama crianças e estará sempre pronto para brincar com elas. Bom para famílias que moram em casas com quintal, ou com bastante espaço para correr e brincar. É também indicado para treinamento para cães-guia.

FONTE: https://www.consul.com.br/facilita-consul/geral/blog-como-escolher-o-cao-ideal-para-voce/

7 dicas para brincadeiras com crianças no quintal de casa

Qual a sua brincadeira de criança favorita? Existem tantas brincadeiras com crianças legais que é até difícil escolher uma como a melhor de todas. Não há nada melhor do que brincar, é por isso que as crianças fazem isso o dia todo. Uma boa maneira de aproveitar os espaços dos quintais é com brincadeiras, não tem nada melhor! Separamos algumas dicas para mostrar que ficar dentro de casa pode ser bem divertido.

1 – Cada macaco no seu galho

Um participante é escolhido para ser o caçador, os demais serão os macacos. Os macacos fazem uma roda e o caçador fica no meio. Os macacos vão girando a roda. Quando o caçador gritar: “cada macaco no seu galho!”, eles deverão correr e subir em algum lugar alto (cadeira, escada etc). Enquanto estiverem no chão, poderão ser pegos pelo caçador.

2 – Chicotinho queimado

Pegue um pedaço de pano para ser o chicotinho queimado. Um participante será o mestre e esconderá o chicotinho sem que as outras crianças vejam. Depois, todos saem para procurar. Quando um participante chegar perto do chicotinho escondido, o mestre deverá dizer: “está esquentando”; se ele se afastar, o mestre dirá: “está esfriando”. Vence quem conseguir achar o chicotinho.

3 – Morto-vivo

Essa brincadeira é muito popular e as crianças adoram! Funciona assim: um dos participantes deve ser escolhido como o líder e vai direcionar os outros com as instruções, que deverão ser obedecidas por todos os demais jogadores. Quando o líder disser: “morto!”, todos então deverão ficar agachados. Quando o líder disser: “vivo!”, aí todos deverão se levantar. Quem não for cumprindo as ordens dessa forma, deverá ser eliminado. O último que sobrar, vence e deverá ser o próximo líder. Essa brincadeira vai aumentando o nível de dificuldade. Os comandos vão sendo dados numa velocidade maior. Ou então, um comando diferente após vários comandos iguais, para confundir os jogadores: “Vivo! Vivo! Vivo! Vivo! Vivo! Vivo! Morto!”

4 – Corrida de três pernas

Desenhe uma linha de chegada no chão. Forme duplas com os participantes e amarre a perna direita de um com a perna esquerda do outro. Ao sinal da largada, as duplas deverão correr até a linha de chegada. Vence a dupla que chegar primeiro sem cair ou soltar as pernas amarradas.

5 – Estátua

Quem nunca brincou de “Estátua”? Um dos participantes deve ser escolhido para ser o líder. Ele então coloca uma música para tocar, pode ser qualquer uma. Enquanto essa canção toca, os outros participantes dançam. Em algum momento, de surpresa, o líder grita: “Estátua!”. Nesse mesmo instante, a música para e todos os participantes que estavam dançando ficarão congelados na mesma pose em que estavam no momento exato em que a música parou. Todos ficarão parados até os participantes irem se mexendo. Quem resistir por último, vence, e então será o novo líder.

6 – O mestre mandou

Escolha um participante para ser o mestre. Os demais obedecerão a ele. O mestre dá uma ordem, começando com “o mestre mandou”, por exemplo: “o mestre mandou pegar uma pedrinha”. Quem não pegar, sai. Quem pegar, continua. Até que sobre somente um participante, que será o novo mestre.

7 – Picnic

Junte pães e frutas, sucos, bolos e leve tudo para o quintal. Leve também joguinhos de mesa para todos poderem jogar enquanto fazem o lanche. Não esqueçar, é claro, de uma toalha de mesa para forrar o chão e assim deixar o ambiente ainda mais confortável.

Uma das melhores vantagens de morar em uma casa é proporcionar uma infância à moda antiga para as crianças. Cada dia pode ser uma aventura diferente!

FONTE: https://www.lotescbl.com.br/blog/7-dicas-para-brincadeiras-com-criancas-no-quintal-de-casa/

Política da boa vizinhança: 7 dicas para conviver com vizinhos

A política da boa vizinhança é fundamental para quem vive em um condomínio. De fato, não dá para entrar em atritos e viver se chateando com as pessoas que o cercam, por mais que as divergências existam. O respeito, a paciência e o diálogo são boas maneiras de lidar com a vida em sociedade, o que é basicamente o cotidiano de quem reside em prédios.

O grande segredo, nesse caso, está em evitar tomar decisões enquanto estiver no calor de uma situação estressante e sempre ter na memória uma verdadeira cartilha de não deixar que problemas simples acabem crescendo.

Quer saber mais? Vamos mostrar dicas essenciais para conviver com vizinhos e exercer as melhores práticas na hora de garantir a harmonia em longo prazo. Acompanhe a leitura.

1. Conheça e respeite as regras do condomínio

Todo condomínio tem regras de convivência. Elas abrangem orientações sobre comportamento nas áreas comuns, dentro de casa e na forma como os moradores usufruem a infraestrutura dos prédios. É importante que, primeiramente, cada um saiba exatamente quais são as restrições. Isso garante que nenhuma atitude proibida seja praticada, ainda que sem intenção.

Conhecer as regras é obrigação de cada condômino, especialmente porque muitas delas estão sujeitas a multas. Informe-se nas reuniões ou solicite ao síndico uma melhor divulgação dessas orientações. Assim, você e seus vizinhos estarão sempre informados.

Fundamental também é seguir todas as regras e diretrizes à risca. De nada adianta conhecê-las e não colocá-las em prática. Lembre-se de que se alguém as definiu, foi pensando justamente na harmonia do condomínio. Segui-las é mostrar respeito e colaborar para a política da boa vizinhança.

2. Respeite as áreas compartilhadas

As áreas comuns do condomínio exigem ainda mais um comportamento comunitário entre todos os moradores. Elas são divididas e podem ser frequentadas por qualquer um, justamente por isso as regras precisam ser observadas e cumpridas. Há vários comportamentos que podem gerar desconforto, insatisfação e até mesmo atritos em alguns momentos.

No estacionamento, respeite as restrições de vagas e estacione adequadamente. Na piscina, respeite o espaço dos outros moradores e seja um vizinho agradável. isso também deve ser praticado na área de lazer, na portaria e em qualquer outra área compartilhada. A gentileza e a educação devem sempre ser as bases para o comportamento nesses locais.

Exercer essa preocupação pode ser muito positivo para gerar uma boa imagem para os moradores. A convivência em espaços comuns a todos será sempre um desafio, mas as chances de ter um condomínio harmonioso e pacífico crescem se cada um fizer a sua parte.

3. Cuide do lixo gerado

Esse é um problema muito comum e que deve ser pensado com todo cuidado para preservar a política da boa vizinhança. Lixo é coisa séria e deve ser controlado com todo cuidado por cada morador. O condomínio tem suas próprias regras e rotinas quanto ao recolhimento do lixo, então é fundamental segui-las para evitar qualquer situação desagradável.

Primeiramente, faça sempre o descarte adequado. Procure jogar seu lixo apenas em locais recomendados para que o recolhimento aconteça posteriormente. Não dá para deixá-lo em qualquer canto esperando que alguém o leve. Pode ser muito chato para os condôminos lidar com sacos que não são seus, especialmente se eles estiverem pelo caminho.

Outro ponto importante é a proteção do lixo. Use sacos fortes e que não tenham riscos de rasgos. Isso evita problemas no recolhimento. Vidros e objetos cortantes podem ser enrolados em jornais, evitando que alguém se machuque. Respeite também as diferentes lixeiras para descartes orgânicos, de metais, plásticos e papéis.

4. Busque conhecer os vizinhos

Por que não conhecer os vizinhos? Muitas vezes essa é uma ótima oportunidade de conduzir qualquer situação que possa ocorrer, fruto da convivência em um condomínio. Quando possível, puxe assuntos comuns, sem ser invasivo ou curioso quanto à vida pessoal de cada um. Gerar esse contato, mesmo que mínimo, mostra que você é uma pessoa aberta a diálogos.

Problemas futuros podem ser resolvidos muito mais facilmente se, em algum momento, você demonstrou abertura e simpatia. Por mais que você seja reservado, é comum precisar de outros vizinhos, ou até mesmo de contatos esporádicos para solucionar situações. Se você os conhece, terá mais facilidade para conduzir qualquer questão.

Naturalmente, não é necessário forçar nenhum tipo de amizade, se esse não for o caso. A política da boa vizinhança é fortalecida quando todos exercem a simpatia e a educação. Esse é o passo inicial para viver em um lugar melhor para todos.

5. Preze pela conciliação sempre que houver problemas

Problemas podem acontecer na vida em condomínio: desavenças, desacordos e até mesmo a falta de respeito das regras de convivência geral. Nesses momentos, é preciso ter calma, paciência e muito diálogo. A conciliação é sempre o melhor caminho para que tudo fique da melhor forma para os lados envolvidos.

Busque um diálogo direto se você enfrenta algum problema frequente com um vizinho específico. Com a abordagem correta, essa atitude não vai parecer incisiva demais, muito pelo contrário. Com respeito e educação, a outra pessoa entenderá que está gerando algum transtorno e vai considerar a sua solicitação — esse pode ser sempre o primeiro passo para a solução.

síndico também precisa exercer o papel de conciliador no condomínio. Se preferir, comunique o problema a ele e se mostre disponível para um diálogo de resolução do problema caso você não se sinta bem em abordar diretamente o condômino. Há maneiras pacíficas e simples de resolver essas questões e, acredite, essa é sempre a melhor saída!

6. Seja solidário e participativo

Ainda que não seja obrigatória na política da boa vizinhança, a solidariedade faz toda diferença na vida em comunidade. Pessoas têm diversas necessidades e, em algum momento, pode ser que a sua ajuda resolva algum problema. Por que não se mostrar disponível para auxiliar? Condôminos precisam estar sempre prontos para ajudar com questões mais simples possíveis.

A velha história do vizinho que bate na sua porta para pedir um pouco de açúcar é muito explorada em campanhas publicitárias, e realmente ela pode acontecer. Assim como essa situação, muitas outras ajudas e colaborações podem ser solicitadas e, de sua parte, também podem ser oferecidas de maneira ativa. Ajudar é sempre importante, já que você pode precisar de algum suporte no futuro.

A participação no condomínio também se faz fundamental. Vá às assembleias, reuniões, confraternizações e momentos em que se tomam decisões ou comemoram juntos. Você não precisa ser o amigo de todos, mas ter bom trânsito e contar com a simpatia dos moradores será ótimo para a sua convivência no condomínio.

7.Conheça as principais causas de conflitos

Mesmo que você seja uma pessoa extremamente paciente e sempre preze por resolver os problemas de maneira calma, conviver com os vizinhos é uma via de mão dupla. Ou seja, a paz não depende apenas de uma das partes, concorda? Quando alguém fica no prejuízo, torna-se muito comum que essas questões parem no poder judiciário.

Como o que você menos deseja é perder tempo e dinheiro correndo atrás de advogados em processos que nem sempre compensam o estresse envolvido, o melhor caminho é ficar por dentro de quais são os fatores que fogem da boa convivência e das soluções mais utilizadas para acalmar os ânimos sem desagradar nenhuma das partes.

FONTE: https://www.blogdamrv.com.br/politica-da-boa-vizinhanca-7-dicas-para-conviver-com-vizinhos

6 tipos de atividades simples para você sair do sedentarismo

1 – Caminhadas perto de casa

Um dos impeditivos para o sedentário adiar a prática de atividade física é o quão complicada ela é.

Ter que acordar cedo, pegar o carro, enfrentar trânsito, chegar a uma academia, trocar de roupa, esperar alguém sair do aparelho e outras situações assim são grandes argumentos para se deixar de lado a tentativa de se exercitar.

Por isso, comece de um jeito que não trará maiores dificuldades. Para caminhar perto de casa, basta colocar tênis e roupa apropriados e pronto. Nem é preciso ir longe, pode até dar voltas no quarteirão da moradia.

Opte por trechos com boas calçadas para evitar andar na rua.

O ideal é que a passada seja um pouco acelerada, mas comece no ritmo que achar mais confortável e vá aumentando aos poucos.

No início, de 30 minutos a 1 hora, três vez por semana, são suficientes. Depois caminhe mais dias por semana.

sair do sedentarismo

 

2– Aproveite todas as oportunidades de caminhar

Fora as caminhadas programadas, citadas acima, aproveite toda a chance que tiver para andar a pé.

Levar o cachorro para passear, ir à padaria ou ao mercadinho no bairro, comprar remédio, ir à casa do vizinho algumas quadras adiante, enfim, sempre que puder ande em vez de pegar o carro.

Se a padaria é muito perto, na mesma quadra da sua casa, por exemplo, force um pouco mais e dê uma volta por um caminho para que fique mais longe.

 

3 – Passeios de bicicleta

Quanto tempo faz que não anda de bike? Como dizem, isso a gente nunca esquece.

Se não tem uma, avalie fazer o investimento em um modelo que atenda as suas necessidades. Há várias opções com ótimo custo-benefício.

Com a bike, você pode andar pelo bairro e nos parques. Se tem filhos, o passeio ajuda você a sair do sedentarismo e fica ainda mais divertido.

No começo, não se preocupe com altas quilometragens. Pedale o suficiente para sentir que está fazendo esforço. Na medida em que for tendo mais fôlego, aumente as distâncias percorridas.

 

4 – Atividades do dia a dia dentro de casa

Se você mora em casa, outra opção que ajuda a sair do sedentarismo são as atividades corriqueiras na residência.

Lavar ou varrer o quintal, lavar o carro, colocar e tirar a roupa do varal, guardar as compras do supermercado, dar banho no cachorro e cortar a grama são boas opções.

Analise nas tarefas cotidianas tudo o que você pode fazer para se movimentar e deixe a preguiça de lado.

Experimente, por exemplo, abrir mão do controle remoto e ir até a TV toda vez que precisar aumentar ou diminuir o volume e trocar de canais.

 

5 – Aprenda a gostar das escadas

Tem gente que mora no segundo andar e nem sabe onde ficam as escadas. Se este é o seu caso, comece a partir de agora a trocar o elevador pelos degraus.

Subir e descer faz um enorme bem para a melhora no condicionamento físico, além de ajudar a fortalecer os músculos da perna.

Vá devagar, com os pés bem plantados em cada degrau. Depois, quando melhorar a condição cardiovascular, amplie a experiência para mais andares acima.

Da mesma forma, quando for a qualquer lugar que haja escadas, abra mão do elevador.

sair do sedentarismo

 

6 – Faça exercícios funcionais

Você já deve ter visto aquelas fitas elásticas coloridas, steps, halteres, bolas de pilates e uma infinidade de artigos muito comuns em academias.

Pois bem, mesmo que não os conheça, vá até uma loja de esporte e os encontrará facilmente.

Estes artigos servem para alguns tipos de exercícios simples, que podem ser feitos em qualquer lugar, inclusive em casa.

O ideal, neste caso, é que haja o acompanhamento de um profissional de educação física. Porém, com algumas indicações na própria loja em que comprar, você já será capaz de executar movimentos simples e extremamente benéficos para o organismo, o que o ajudará a sair do sedentarismo.

Com a faixa elástica tipo Thera Band, por exemplo, você pode prendê-la no pé pelo meio dela e puxar as extremidades para cima, uma em cada mão, fazendo um exercício para os bíceps.

Com halteres também se faz exercícios para os bíceps, tríceps e peitoral.

Com o step é possível fazer o movimento de subida e descida, alternando os pés. Além de melhorar a condição cardiovascular, também ajuda no fortalecimento muscular.

FONTE: https://www.mobraz.com.br/blog/sair-do-sedentarismo/

POR QUE MORAR EM UM CONDOMÍNIO FECHADO?

Um condomínio fechado é aquele que reúne várias residências em uma área que é completamente isolada do exterior por meio de muros ou grades. E esse estilo de moradia tem se popularizado muito nos últimos tempos. As razões para isso você pode encontrar abaixo:

SEGURANÇA

Quem não busca um local em que possa se sentir em segurança? E esse é um dos principais benefícios de morar em um condomínio fechado: a segurança que você e sua família terão. Por ser fechado, as pessoas que acessam o local em que estão situadas as casas ou sobrados devem ser previamente identificadas. Isso impede que pessoas má intencionadas tenham fácil acesso.

PORTARIA

Também reflexo da segurança que os condomínios possuem, a portaria é um local que apresenta uma enorme comodidade para os residentes. Isso porque o porteiro sempre está lá para atendê-lo: seja para liberar sua entrada, receber seus convidados, receber suas encomendas ou, por que não, tomar um cafezinho e bater aquele papo?

COMODIDADE DE MORAR EM UM CONDOMÍNIO FECHADO

condomínio fechado

Muitos condomínios fechados apresentam uma série de comodidades para os seus habitantes. Piscina, academia, salão de festas e quadras de esportes são alguns dos espações de lazer que você pode encontrar em certos condomínios fechados. Além disso, há espaço para deixar o carro dos seus convidados.

SENSO DE COMUNIDADE

Uma das experiências únicas de morar em um condomínio fechado são os laços sociais que você acaba criando com os seus vizinhos. Por morarem muito próximos e frequentarem os mesmos espaços em comum dentro do condomínio, você acaba criando uma relação com todos que moram no condomínio. Com o tempo, quem sabe, eles podem até mesmo acabar se tornando seus amigos!

FONTE: https://www.endepro.com.br/blog/por-que-morar-em-um-condominio-fechado/

Cuidar de plantas pode ajudar no combate à depressão

 

Reservar um espaço em casa para fazer um jardim ou até mesmo cuidar de uma plantinha é uma maneira de integrar a natureza ao cenário urbano. Além de compor um ambiente bonito e agradável, o contato com o verde ajuda a aliviar as tensões e proporciona benefícios à saúde mental.

“É uma maneira de diluir as preocupações e frustrações do cotidiano, pois canaliza a atenção para algo que dá prazer. É como um esporte, leitura ou outra atividade relaxante, por exemplo”, explica o médico psiquiatra Luan Diego Marques.

No caso das plantas, os benefícios vão além, já que o contato com a terra remete à natureza e trata da vida de outro ser. “Existem algumas pesquisas que mostram como esse cuidado pode ser importante no combate à depressão e outras doenças. Ver algo brotar da terra, sabendo que fomos responsáveis por aquela semente, é algo muito gratificante. Traz muita satisfação”, destaca Marques.

Cuidar das plantas em casa exige cuidados

Não é só comprar um vaso bonito para enfeitar. O primeiro passo para prolongar a vida desses seres é identificar qual é o tipo de planta você está levando para casa, ela precisa se adaptar bem ao local.

Se não tiver luz natural, opte por plantas que precisam de pouco sol. Se o seu tempo para regar for curto, escolha suculentas ou da família do cactos. “E, para prolongar a vida útil das plantinhas, fique atento ao solo e sua folhagem. Solos muito secos precisam de rega e folhas ressecadas ou sem cor, precisam de cuidados de acordo com sua espécie”, explica Eiiti Yuri, plant design.

No início do isolamento, as pessoas tinham mais tempo para ter aquele cuidado especial com as plantinhas. Com a rotina voltando ao normal, pode ser que atenção não seja mais a mesma. No entanto, a afinidade que se cria com cada planta faz diferença na hora de querer prolongar a vida útil de cada uma delas. “É necessário entender qual é a sua planta e o que ela necessita. Essas coisas levam tempo e não desista se uma ou outra morrer durante o caminho”, conclui Eiiti.

FONTE: http://reporter1.com.br/index.php/2020/09/30/cuidar-de-plantas-pode-ajudar-no-combate-a-depressao/