Author: Redação

Os 6 erros mais comuns ao cuidar de plantas

Dá para ter flores e folhagens lindas dentro de casa – o importante é escolher bem as espécies e evitar deslizes na hora de cuidar de suas plantinhas

São Paulo – Um ambiente cheio de plantas é sempre mais agradável. Se bem cuidadas, elas ainda têm um poderoso efeito terapêutico e melhoram a qualidade do ar dentro de casa. Mas para mantê-las bonitas, é preciso alguns cuidados básicos como controle da água, luminosidade e nutrientes.

Se você sempre acaba matando suas plantinhas, mesmo seguindo à risca essas técnicas, pode estar cometendo alguns deslizes comuns. Christan Summers e Ivan Martinez, especialistas da Tula House, em Nova York, ensinam que dá para ter flores e folhagens lindas dentro de casa – o importante é escolher bem as espécies e evitar esses seis erros na hora de cuidar de suas plantinhas. Confira:

1. Tratar a planta como se fosse um objeto

As plantas são organismos vivos, que respiram e até sentem a gravidade e a utilizam para orientar seu crescimento. Portanto, para cuidar bem de sua plantinha, é preciso aprender um pouco mais sobre a vida vegetal e entender sua ligação com a terra, temperatura, umidade e demais fatores — e não achar que ela é um ser inanimado.

2. Não pensar no habitat ideal

Ao comprar uma planta, primeiro pense em nas condições de sua casa. Tem muita luz solar? Você prefere um ambiente mais quente ou ameno? Em seguida, encontre uma planta que irá prosperar em um ambiente semelhante ao de sua casa. Uma boa maneira de fazer isso é decidir qual planta você gostaria de comprar e pesquisar de onde ela vem. Se for nativa dos trópicos, por exemplo, calor e umidade são ideais. Se ela nascer no deserto, precisa de muito calor e sol.

3. Não tocar no solo antes de regar

A maioria das plantas domésticas requerem um solo seco entre 1 e 5 polegadas abaixo da superfície, antes de regá-las novamente. Uma boa dica é colocar o dedo no solo para saber quão seco ele está para evitar aguar demais e acabar matando sua plantinha.

4. Não limpar as folhas de sua planta

Quando colocarmos as plantas dentro de casa, não existem chuvas e ventos para ajudar a manter a poeira e demais sujeiras livres das folhas. Portanto, é recomendável limpar suas plantas com água pelo menos duas vezes por mês. Você pode usar um borrifador de água ou um pano úmido e limpar suavemente as folhas. Isso manterá a planta limpa, respirando e longe de pragas.

5. Transplantar em excesso

Uma regra geral para transferir uma planta para outro vaso é quando o solo fica seco apenas 1 ou 2 dias depois de você ter regado em abundância. Normalmente, é um sinal de que o vaso tem pouca ou nenhuma retenção de umidade e acaba ficando cheio de raízes. Quando você transplanta, acaba apenas aumentando o tamanho do vaso em alguns centímetros, o que não significa que as plantas crescerão mais rápido. Na verdade, isso significa mais solo e mais umidade, que podem levar à podridão das raízes se você não estiver regando as plantas cuidadosamente.

6. Esquecer de nutrir sua planta

Frequentemente esquecido, o fertilizante é muito importante para a saúde das plantas. Adube durante a temporada de crescimento delas, que normalmente é da primavera até o verão. No mercado, há diversos tipos de fertilizantes que fornecem fornecem nutrientes necessários para alimentar as plantas.

FONTE: https://exame.com/casual/os-6-erros-mais-comuns-ao-cuidar-de-plantas-e-como-evita-los/

7 raças de cachorro mais independentes

Algumas raças de cachorro são mais independentes e não sofrem tanto com a ausência do dono. Mas atenção: você precisa compensar a atenção e carinho quando estiver em casa, combinado?!
Algumas raças de cachorro são mais independentes e não sofrem tanto com a ausência do dono. Mas atenção: você precisa compensar a atenção e carinho quando estiver em casa, combinado?!

Além das diferenças físicas que são percebidas com facilidade, as variadas raças de cachorro também têm traços muito característicos na personalidade que devem ser levados em consideração. Um grande exemplo disso são os cachorros mais independentes, que não vão encontrar tantos problemas em passar o dia sem companhia, ou seja: são perfeitos para quem trabalha e precisa deixar o animal sem supervisão por várias horas.

Ainda assim, o cachorro precisa passear, receber atenção e, até mesmo, se exercitar fora do espaço onde passa o dia quando você chegar em casa — isso é necessário tanto para a socialização, quanto para a saúde do animal. Porém, optando por uma dessas raças, você corre menos risco de ter um cãozinho entediado ou com problemas psicológicos, como a ansiedade de separação, pelo tempo passado sozinho. Conheça as raças de cachorro mais independentes aqui embaixo!

1) Shih TzuO Shih Tzu é muito dócil e independente. O cãozinho consegue passar mais tempo sozinho sem reclamar.

O Shih Tzu é muito dócil e independente. O cãozinho consegue passar mais tempo sozinho sem reclamar.

Por que os gatos afofam as cobertas e os humanos

Um dos cachorros de porte pequeno mais popular da atualidade, o cachorro Shih Tzu tem uma personalidade super dócil e tranquila. Justamente por isso ele consegue ”se virar” bem quando está sozinho e dificilmente vai se entediar e latir demais. Ainda assim, ele é apegado ao dono e gosta de carinho: não decepcione o seu amigo quando tiver oportunidade de ficar juntinho dele!

2) AkitaAkita: apesar de ser um cachorro mais independente, demanda um cuidado maior na hora de ser educado.

Akita: apesar de ser um cachorro mais independente, demanda um cuidado maior na hora de ser educado.

A independência é um dos principais traços da personalidade do cão Akita Inu. Com descendência japonesa, ele tem o instinto de caça e proteção aos donos e, por isso, se não for bem socializado desde a fase de filhote, os cães da raça de cachorro Akita podem acabar ficando ariscos e, até mesmo, agressivos em alguns casos. Mesmo assim, ele é companheiro e também precisa de atenção, ok?

3) Husky SiberianoO cachorro Husky Siberiano é super sociável e não tem problema em ficar sozinho.

O cachorro Husky Siberiano é super sociável e não tem problema em ficar sozinho.

O cachorro Husky Siberiano também faz parte do time de animais de grande porte que são super independentes. Ao contrário do Akita, porém, o Husky Siberiano filhote, adulto ou idoso é super sociável e costuma conviver bem com outros animais e em casas movimentadas. Por isso, os dois lados da personalidade dele devem ser bem explorados para evitar algum possível trauma psicológico no animal.

4) SchnauzerO cachorro Schnauzer é conhecido pela inteligência e independência. Ideal para donos que precisam passar mais tempo fora de casa.

O cachorro Schnauzer é conhecido pela inteligência e independência. Ideal para donos que precisam passar mais tempo fora de casa.

Conhecido pelo “bigodinho” no focinho, o cachorro Schnauzer é super carinhoso, ama brincar e gosta de atenção, mas também tem independência e é inteligente o suficiente para ficar sozinho por algumas horas. Por ser muito apegado ao dono, esses momentos de solidão devem ser equilibrados com bastante atenção e carinho para que ele não se sinta abandonado: é comum que você ganhe uma “sombra” em todos os momentos em que estiver em casa!

5) BeagleO Beagle requer muita atenção para gastar a energia. Se bem treinado e com o estímulo certo, ele não sofre nos momentos que precisa ficar sozinho em casa.

O Beagle requer muita atenção para gastar a energia. Se bem treinado e com o estímulo certo, ele não sofre nos momentos que precisa ficar sozinho em casa.

Muito ativo, animado e, geralmente, até um pouco teimoso, o cachorro Beagle também tem a  independência como um traço de sua personalidade, mas cuidado: a curiosidade e a energia comum às raças de cães de caça pode fazer com que ele acabe se encantando pelo que não deve nos momentos em que fica sozinho em casa. O adestramento é necessário para que o cão aprenda o que pode ou não mordiscar, ou seja, o tutor precisa ter paciência para educar um amigo dessa raça.

6) Lhasa ApsoO Lhasa Apso é conhecido pela fofura extrema. Eles lidam super bem com ambientes tranquilos, mas precisam gastar a energia com passeios diários.

O Lhasa Apso é conhecido pela fofura extrema. Eles lidam super bem com ambientes tranquilos, mas precisam gastar a energia com passeios diários.

Pequeno, peludo e o sonho de qualquer pessoa que ama viver abraçada a um cachorro aconchegante, o Lhasa Apso também é super independente. No dia a dia, o cachorro Lhasa é bem tranquilo e, por isso, vai ficar sozinho numa boa, mas a história é a mesma das outras raças: ele também precisa de atenção sempre que for possível.

7) PinscherApesar da fama de bravinho, o pinscher não se importa em ficar sozinho em casa por algumas horas. Mas, quando você chegar em casa, ele vai querer compensar com muito carinho e brincadeiras!

Apesar da fama de bravinho, o pinscher não se importa em ficar sozinho em casa por algumas horas. Mas, quando você chegar em casa, ele vai querer compensar com muito carinho e brincadeiras!

Com fama de bravo apesar do tamanho, o cachorro da raça Pinscher é bem carinhoso e c

7 raças de cachorro mais independentes

heio de energia para gastar. A independência acaba vindo de sua autoconfiança super aflorada: na cabeça do Pinscher 0 e de outros tamanhos, ele é, na verdade, um Rottweiler. Ainda assim, ele gosta de carinho do dono: não negue o colo e as brincadeiras quando ele pedir!

Redação: Ariel Cristina Borges

FONTE: https://www.patasdacasa.com.br/noticia/7-racas-de-cachorro-mais-independentes_a447/1

5 plantas que não precisam de água

São lindas, duram bem e não precisam de muita água: algumas dessas plantas ficam bem com até um mês sem regas

Existem muitas plantas que são resistentes à seca – ou seja, não precisam de muita água e vivem bem com regas mais espaçadas, uma vez na semana ou a cada quinze dias. As suculentas são famosas por esse motivo – são fáceis de cuidar e se dão bem em ambiente com meia luz.

Porém, se você já tem suculentas o suficiente em casa para plantar um jardim inteiro e gostaria de pensar em outras plantas para decorar um ambiente, nós temos a solução: espécies que não precisam de muitos cuidados e ainda assim causam um impacto na decoração.

1.Pata-de-elefante

Com folhas encaracoladas e uma proporção muito bonita, essa planta é linda para ter em casa. O melhor: ela tem a capacidade de guardar água no tronco, por isso, não reclama muito se você pular algumas regas. Preste atenção às folhas, porque se estiverem mais secas e marrons, é um sinal de que a água está acabando – ao contrário, folhas amareladas indicam que você está regando demais.

2.Árvore-de-borracha

Essa planta tem uma alta capacidade de viver seca, por isso, se estiver em dúvida é melhor deixá-la sem água. No verão, ela prefere mais água e uma terra mais úmida, mas no inverno, pode ficar sem o líquido por até um mês. O ponto de atenção são folhas caídas.

3.Espada-de-São-Jorge

Nós já comentamos porque a espada-de-são-jorge é uma planta incrível de se ter em casa. Elas precisam de pouquíssimas quantidades de água para sobreviver, principalmente durante os meses frios. Deixe o solo secar entre as regas e cuidado para não afogá-la.

4.Gravatinha

Uma planta muito compreensiva com a falta de água, porque os seus rizomas (os caules subterrâneos) acumulam nutrientes importantes para a sua sobrevivência – e isso permite que ela fique um tempo seca. É uma planta incrível para ter no banheiro por conta disso, ela se vira bem com a umidade do ambiente. Folhas amarronzadas indicam necessidade de água, mas também podem ser um sinal do flúor contido na água da pia. Tente água de chuva ou destilada, se estiver na dúvida.

5.Árvore-guarda-chuva

São plantas bem tolerantes com os horários de regas, mas lidam melhor com a falta de água do que com o excesso. Tanto, que preferem não ficar com as raízes molhadas, por isso, lembre de tirar o excesso de água do fundo do vaso depois de regá-la.

FONTE: https://casa.abril.com.br/ambientes/5-plantas-que-nao-precisam-de-agua-e-nao-sao-suculentas/

5 benefícios de tomar banho de sol

Hoje a vitamina D é considerada o principal estimulador do sistema imunológico.

Foto: Emiliano Vittoriosi | Unsplash

Neste período de isolamento social em casa não podemos esquecer de nos expor aos raios solares. Todos precisam tomar sol pelo menos uns 20 minutinhos todos os dias – crianças, jovens e idosos. Sol é vida, é fonte de energia, é sinônimo de saúde e bem- estar.

Alguns dos benefícios do banho de sol

Fortalece o sistema imunológico

A luz solar ajuda na produção da vitamina D. Hoje a vitamina D é considerada o principal estimulador do sistema imunológico, podendo prevenir várias doenças e fortalecer o organismo. Saiba mais sobre a vitamina D.

Melhora o humor

Quando o corpo recebe a luz solar que chega ao cérebro por meio do nervo óptico, os níveis de serotonina aumentam regulando o humor e gerando a sensação de bem-estar.

Regula o sono

A melatonina, hormônio que regula os ciclos do sono é ativado pela luz solar produzindo um efeito sedativo e sensação de calma e tranquilidade.

Previne a miopia

A iluminação a que estamos expostos a maior parte do tempo é muito fraca. Dentro de casa varia em torno de 50 lux, assistindo TV na sala, e 500 lux, nos escritórios e salas de aula. Para prevenir a miopia, o nível de luminosidade necessária é de 10.000 lux.

Auxilia nas funções cognitivas

Há receptores de vitamina D espalhados por todo o sistema nervoso central e hipocampo. Sabe-se que a luz solar afeta o fluxo sanguíneo no cérebro e este por sua vez interfere nas funções cognitivas.

Dicas de como tomar sol

  • Para produzir vitamina D deve-se tomar banho de sol de 15 à 20 minutos por dia, sem usar protetor solar. Para pele morena ou negra, esse tempo deve ser maior, pois quanto mais escura a pele, mais difícil é a produção de vitamina D. Não vale tomar sol através da janela fechada pois a radiação UVB é absorvida pelo vidro.
  • Indica-se uma exposição solar de cerca de 30% da superfície do corpo braços, pernas, costas. É aconselhável a proteção do rosto.
  • É recomendado tomar sol entre 10h da manhã e 15h da tarde. Este é o período de maior incidência dos raios ultra violeta B que auxiliam na absorção da vitamina D pelo organismo.
  • Deve-se evitar a exposição prolongada nos horários mais quentes do dia – das 12h às 15hs. A dica é a seguinte: você deve expor a pele por cerca de metade do tempo necessário para que ela comece a bronzear.
  • Lembre-se de beber água, chás, ou sucos após o banho de sol para a reposição de líquidos. Neste momento de tantas incertezas que atravessamos, nada é mais certo e seguro que o sol que nasce a cada dia, trazendo luz e calor.
  • FONTE: https://ciclovivo.com.br/covid19/beneficios-banho-de-sol/

Caminhar pode gerar tantos benefícios quanto atividades mais intensas

Por Nabil Ghorayeb — São Paulo

Pode parecer incrível, mas grandes pesquisas mundiais (algumas no Brasil) resultaram em constatações surpreendentes na informação de que a caminhada simples pode proporcionar maior longevidade. O sedentarismo, um dos quatro principais fatores de risco para o aparecimento de problemas cardiovasculares, câncer, entre outros, contribui entre 6 a 10% no desenvolvimento de doenças crônicas degenerativas.

As recomendações mundiais são de, no mínimo, 150 minutos de exercícios de intensidade moderada ou 75 minutos de intensidade vigorosa por semana, por tempo indeterminado. Os benefícios bem conhecidos da atividade física moderada e pouco mais intensa são os mesmos de baixo risco de ter ou de morrer de doenças cardiovasculares, diabete tipo 2, derrame cerebral e alguns tipos de câncer.

Para ter saúde, exercícios moderados, como a caminhada, são benéficos — Foto: Istock

Para ter saúde, exercícios moderados, como a caminhada, são benéficos — Foto: Istock

Enquanto que as atividades físicas mais vigorosas por longos período podem aumentar o risco de problemas ortopédicos e até alguns problemas cardíacos, recomenda-se nesse caso um acompanhamento médico mais próximo. Ao contrário do que se pensa de que para ter saúde precisamos fazer exercícios moderados a intensos, se constatou que podemos ter benefícios para a saúde saindo apenas para caminhar.

Uma pesquisa divulgada em outubro de 2017 concluiu que 120 minutos por semana de simples caminhada (1600m em 20 minutos/seis vezes por semana) foram suficientes para se conseguir maior longevidade saudável. Nessa pesquisa realizada em Atlanta, nos Estados Unidos, foram acompanhados 77 mil mulheres e 62 mil homens, todos adultos com mais de 68 anos de média de idade, por longos 13 anos e analisadas as causas de mortes que ocorriam.

Pessoas caminhando na esteira: outra boa forma de se exercitar — Foto: IStock Getty Images

Pessoas caminhando na esteira: outra boa forma de se exercitar — Foto: IStock Getty Images

Houve forte diferença na quantidade de mortes por doenças gerais, principalmente o câncer e mortes por doenças cardiovasculares, ao se comparar os ativos das simples caminhadas com as pessoas de hábitos totalmente sedentários. A taxa de mortes para os sedentários foi de 4293 por 100 mil indivíduos. Entre os que caminhavam 120 minutos por semana foi menor, ou seja, 2851 para 100 mil. Enquanto na turma de exercícios moderados, com 150 minutos ou mais, foi ainda bem menor: 2088 por 100 mil.

Foi confirmada a tese de anos da OMS (Organização Mundial da Saúde) que recomendava a caminhada para todos por ser algo simples e livre, não requerendo nenhum treinamento específico. Acrescento que nem necessita de roupas ou equipamentos especiais. Na realidade qualquer caminhada é melhor do que não se fazer nada, segundo concluíram os autores.

Fonte: https://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/caminhar-pode-gerar-tantos-beneficios-quanto-atividades-mais-intensas.ghtml

Vantagens de morar em condomínio residencial fechado

Foi-se o tempo em que viver em um condomínio fechado era questão de luxo ou oportunidade para poucos. Esse tipo de empreendimento vem sendo cada vez mais buscado por quem procura um imóvel para morar que traga uma série de vantagens.

Isso porque um condomínio residencial fechado atende às principais necessidades dos moradores, como segurança e praticidade, além de oferecer mais qualidade de vida.

Quer entender como esses imóveis trazem valores agregados à moradia? Então veja estas 5 vantagens de morar em condomínio residencial fechado!

5 benefícios de morar em um condomínio residencial fechado

1. Segurança robusta durante 24 horas por dia

Não dá para negar que a segurança é uma das maiores vantagens de morar em um condomínio fechado. Hoje em dia, esse é um fator decisivo na hora de escolher um imóvel.

E, nesses empreendimentos, o esforço em garantir maior segurança aos moradores é notável. Muitos contam, por exemplo, com:

  • Portaria 24 horas;
  • Cercas elétricas;
  • Monitoramento por câmeras de segurança;
  • Sistemas modernos de controle de entrada e saída de pessoas;
  • Ronda interna.

Tudo isso minimiza a possibilidade de riscos e traz mais tranquilidade aos moradores.

2. Infraestrutura diferenciada oferecida pela construtora

Outra vantagem é a infraestrutura completa oferecida aos moradores. Uma característica típica de condomínios fechados é uma área de lazer diferenciada, que traz praticidade, comodidade e qualidade de vida de uma só vez.

Isso porque, a poucos passos da sua casa, você pode usufruir de:

  • Salão de jogos;
  • Piscina;
  • Churrasqueira;
  • Quadras poliesportivas;
  • Academia.

Para famílias com crianças, isso é ainda mais benéfico, pois garante a elas um excelente espaço de recreação aliado à segurança que todo pai e mãe desejam.

3. Qualidade de vida e experiências únicas

Um condomínio residencial fechado costuma ir além do simples conceito de morar, sendo ideal para quem busca viver com mais qualidade de vida e bem-estar. Por isso, além de uma infraestrutura completa, alguns residenciais trazem diferenciais para oferecer melhores experiências aos moradores.

O empreendimento pode oferecer, por exemplo, espaços arborizados, parques e grandes áreas verdes. Outros diferenciais exclusivos de condomínios residenciais, como campos de golfe e áreas verdes com 85 mil metros quadrados, também trazem uma experiência única de morar.

Além disso, como o espaço é muito amplo, é possível investir em projetos sustentáveis, como hortas com compostagem, reaproveitamento de água, energia solar, entre outros.

4. Interação com vizinhos e senso de comunidade

Na rotina corrida em que vivemos, geralmente mal sobra tempo para socializar e aproveitar o convívio com outras pessoas, não é mesmo? Contudo, um condomínio residencial fechado pode trazer essa vivência, tão importante para o nosso bem-estar.

Como nesse tipo de imóvel há normas de convívio e mais proximidade nas áreas de lazer e espaços comuns, acaba-se criando maior senso de coletividade, laços de amizade entre vizinhos e uma comunicação mais saudável entre os condôminos.

5. Praticidade e tranquilidade no dia a dia

Outra vantagem é a tranquilidade no cotidiano em termos de cuidados com a moradia. Em condomínios fechados, há sempre um síndico para cuidar da manutenção das instalações, da limpeza da área de lazer e da administração de modo geral.

Problemas técnicos, como eletricidade e encanamento, ou serviços rotineiros, como faxina das áreas comuns e jardinagem, ficam por conta da administração.

FONTE: https://www.estilofontana.com.br/blog/vantagens-de-morar-em-condominio-residencial-fechado/

PLANTAS NA DECORAÇÃO

Usar plantas na decoração é uma ótima forma de trazer mais bem-estar e aconchego para a casa. Afinal, os tons de verde quebram o ambiente excessivamente urbano, trazendo vida e boas energias para dentro do lar.

É com base nesse conceito que as plantas na decoração têm se tornado uma forte tendência. Chamado também de urban jungle – ou floresta urbana, em português –, o estilo possui vantagens para além do campo estético. Ele ajuda até mesmo na saúde dos moradores, melhorando a qualidade do ar e reduzindo o estresse, entre outros benefícios.

Mas, lembre-se: para cultivar plantas em casa, é preciso planejamento e alguns cuidados. Por isso, se deseja adotar o urban jungle, confira estas dicas para não errar no décor!

 

5 dicas para usar plantas na decoração

 

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1. Escolha plantas adequadas às condições ambientais

 

A escolha das plantas não deve levar em consideração apenas a estética. Para criar uma urban jungle em casa, é necessário, antes de tudo, conhecer as condições do ambiente e as necessidades das folhas.

Fatores como temperatura, umidade, iluminação e ventilação devem ser adequados para cada espécie. Existem plantas para a área interna da casa que podem ser cultivadas nos mais diversos cômodos.

Para isso, você pode, por exemplo, posicionar as que necessitam de mais umidade no banheiro. Já as que gostam de iluminação, podem ser colocadas perto das janelas. Caso a planta escolhida precise de bastante sol, é recomendável que fique em áreas externas.

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2. Conheça bem as características das plantas

 

Além das necessidades das plantas, é preciso conhecer suas características. A costela-de-adão, por exemplo, é tendência na decoração. Mas é importante saber que ela tem folhas tóxicas, que podem causar malefícios à saúde se consumidas. Por isso, caso você tenha crianças ou animais em casa, deixe-a em um local fora de alcance.

Outras plantas precisam de maiores cuidados depois de plantadas, como irrigação constante, poda ou adubação. Já as plantas mais rústicas, como o antúrio e o cacto, exigem menos cuidados. Portanto, considere a sua rotina e a dedicação necessária para cuidar de uma floresta urbana.

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3. Aposte nas hortaliças e temperos

 

Para quem deseja inserir plantas na decoração e, de quebra, ganhar em utilidade, basta apostar nas hortas. Essa é uma ótima forma de trazer o verde para dentro de casa sem grandes dificuldades de cultivo.

Em pequenos vasos, você pode plantar hortaliças e temperos. Além de dar um toque especial no décor da cozinha, você tem a praticidade de ter as ervas sempre que precisar – e sem contar os benefícios que essas plantas trazem para a saúde.

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4. Verifique o espaço disponível para as plantas

 

Mais um cuidado importante para inserir as plantas na decoração é conhecer o tamanho da espécie. Algumas, como a árvore-da-felicidade ou a palmeira ráfia, necessitam de um espaço amplo.

Outras podem ser bastante altas, como o coqueiro, a espada de São Jorge ou a palmeira-leque, que pode chegar até os três metros de altura. Uma solução nesses casos é colocá-las no canto da sala. Mas, ainda assim, é fundamental definir previamente o local em que a planta será posicionada e averiguar se o ambiente comporta seu crescimento saudável.

Para quem mora em apartamento ou não tem muito espaço em casa, uma boa ideia é o jardim vertical ou as plantas pendentes. Além de otimizarem o espaço, essas soluções trazem beleza ao servir como decoração das paredes ou ficando suspensas no ambiente.

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5. Não exagere no conceito de floresta

 

Quando pensamos no conceito de floresta urbana, logo imaginamos o verde em abundância, não é mesmo? Mas você não precisa se restringir a ele. Flores com diferentes tonalidades também são muito bem-vindas na urban jungle. Além de dar o toque da natureza, elas são um ótimo elemento decorativo.

Para não pesar o ambiente, o recomendável é harmonizar o verde das folhagens e o colorido das flores com o restante da decoração. Combine diferentes texturas, formatos e cores para dar um charme a mais no seu espaço.

Como você pode ver, não há grandes segredos para inserir plantas na decoração. Com essas dicas, você pode montar uma floresta urbana em sua casa e ter os benefícios da natureza no dia a dia.

FONTE: https://www.weg.net/tomadas/blog/decoracao/plantas-na-decoracao-5-dicas-para-nao-errar-nessa-tendencia/

Cachorro com medo de fogos de artifício: o que fazer?

Tremedeira, choro, latido e agitação: é de partir o coração ver um cachorro com medo de fogos de artifício! Embora fogos marquem as mais diversas celebrações e encham os olhos com a sua beleza, muitos cães não curtem como a gente. E o que era para ser uma noite agradável, acaba sendo uma tortura para eles – e para nós também. Eis que paira no ar a dúvida: o que fazer para ajudar o cachorro com medo de fogos?

Por que cachorro tem medo de fogos?

Antes de saber o que fazer, é importante entender a raiz do problema. Assim fica até mais fácil agir adequadamente. Então, por que cachorro tem medo de fogos?

O temor do cachorro com medo de fogos é desencadeado pelo alto volume das explosões e pelo brilho das luzes. Para aqueles que tiveram pouco contato com diferentes sons, a aversão pelo desconhecido tende a ser pior ainda. Muitas vezes, esse medo começa quando ainda são filhotes.

Vale ressaltar ainda que não importa a raça, porte ou tamanho, todos eles podem se amedrontar. As principais razões que explicam por que cachorro tem medo de fogos são:

  • Barulho
  • Ameaça
  • Desconhecido
  • Gatilho de estresse
  • Genético

Barulho

Os cães têm ouvidos muito sensíveis, capazes de ouvir timbres inaudíveis para os humanos. Ou seja, se para nós o espetáculo já é bem barulhento, para eles é um enorme estrondo! Tamanha sensibilidade pode até causar dor no animal ou danificar a audição de um filhote.

Ameaça

Muitos cães encaram os fogos de artifício como uma ameaça por ser algo bastante ruidoso e inesperado. Por isso, alguns cachorros com medo de fogos podem ficar agressivos a fim de tentar se proteger. Já outros, tendem a fugir ou se esconder ao levar um susto.

Desconhecido

Cães que não foram expostos a diferentes ruídos quando pequenos podem desenvolver certa aversão ao desconhecido. Esse quesito esclarece diversos temores, inclusive, explica por que cachorro tem medo de fogos.

Gatilho de estresse

Para muitos cachorros com medo de fogos, o espetáculo que encanta o céu é um gatilho para crises de estresse e ansiedade. É como se eles se sentissem angustiados, presos ou desprotegidos. Aí, tremem e choram até o show acabar. Uma experiência traumática também pode deixá-los mais vulneráveis e sensíveis a esse temor.

Genético

Alguns cães possuem uma pré-disposição genética a serem mais medrosos. Para esses animais, qualquer coisa pode ser motivo para se assustarem. DNA também explica por que cachorro tem medo de fogos.

Como acalmar cachorro com medo de fogos

A primeira dica para acalmar o cachorro com medo de fogos é ficar calmo e encarar a situação numa boa. Lembre-se que eles são capazes de te sentir. Ou seja, nada de pânico ou estresse para não aumentar o temor dele. Então, abra o seu champanhe e passe a mensagem para o seu amigo de quatro patas que está tudo bem.

As suas ações também devem ser somente positivas. Diante de um cachorro com medo de fogos, qualquer ato negativo só irá piorar a situação. Por isso, não o obrigue a fazer nada que não queira e não o reprima. Permita que ele faça o que o deixa mais confortável, como se esconder, por exemplo.

Uma ótima saída para contornar a questão é entreter o cachorro com medo de fogos. Faça carinho, use brinquedos e petiscos durante a ocasião. Nessas horas, vale apelar para aquelas comidinhas especiais ou que requerem mais tempo para mastigar. Ou então, coloque o cachorro com medo de fogos em uma área segura, como um quarto ou uma sala com portas e janelas fechadas, inclusive cortinas. Isso ajudará a diminuir o barulho e o brilho da luz.

Faixa para cachorro com medo de fogos

Você já ouviu falar na faixa para cachorro com medo de fogos? Conhecida como Tellington Touch (TTouch), a técnica consiste em passar uma atadura em alguns pontos do corpo do seu cãozinho para que ele se sinta mais seguro. As compressões nesses lugares específicos funcionam como uma espécie de terapia. Além de acalmar o cachorro com medo de fogos, ainda o distrai do problema.

É importante beber muita água no calor intenso

O verão ainda nem começou e o Brasil enfrenta temperaturas altas em boa parte das regiões. Com o clima quente, aumenta a transpiração e também o risco de desidratação. Sendo assim, é fundamental beber muita água para manter a saúde em dia.

1-    É importante lembrar-se de beber água. Muitas pessoas esquecem e acabam passando vários períodos sem tomar um gole d’água. É importante tomar um copo d’água a cada hora.

2-    Se for praticar atividade física, a necessidade de tomar água aumenta ainda mais.

3-    Nos dias mais quentes a perca de água é maior. Por isso é importante redobrar os cuidados para não desidratar

4-    Observe a cor da urina. Se estiver escura é porque o corpo está precisando de mais água.

5-    Coma alimentos ricos em água, como frutas e verduras. Algumas são muito ricas em água, como rabanete, tomate, melancia, morango, banana e clara de ovo.

6-    Se sentir sede, beba água. A sede é um importante sinal de que o corpo já está precisando de água.

Assim como os alimentos, outras bebidas podem ajudar na hidratação. A água de coco e sucos naturais são ótimas indicações. Já alimentos de difícil digestão devem ser evitados, como carne de porco e embutidos como: salsicha, presunto, mortadela, bacon, etc.

Com as crianças os cuidados em dias quentes devem ser maiores. Elas nem sempre conseguem expressar que estão com sede. Assim deve-se oferecer água à criança durante todo o dia, com intervalos regulares. Os recém nascidos, amamentados com leite materno,  não precisam tomar água.

FONTE: https://www.fazforte.com.br/blog/e-importante-beber-muita-agua-no-calor-intenso/

Conheça os benefícios da caminhada

Democrática e barata, caminhada garante diversos benefícios à saúde e ajuda a emagrecer

caminhada é uma das atividades físicas mais recomendadas por não exigir muita preparação física e ainda assim melhorar significantemente a qualidade de vida. Qualquer pessoa basta sair para caminhar, precisando apenas de um tênis confortável e um pouco de disposição. O exercício da caminhada pode ser feito em qualquer lugar, não exige comprometimento financeiro e ainda ajuda no emagrecimento, combate a depressão e melhora a qualidade do sono, entre outros benefícios. Conheça dez benefícios da caminhada e saiba por que devíamos praticar essa atividade com mais frequência.

Benefícios da caminhada

1. Caminhar proporciona benefícios ao cérebro

De acordo com um estudo de 2010, adultos que caminharam por 40 minutos três vezes por semana durante um ano exibiram crescimento na região de seu hipocampo cerebral. Essa região é associada à memória espacial. Isso significa que o simples ato de caminhar algumas vezes por semana ajuda a melhorar sua função cerebral, sem contar que previne o Alzheimer e a demência em idades avançadas, ajudando a manter a mente ativa.

2. Dá energia

Pessoas fatigadas vivenciam grande melhoramento quando inserem exercícios leves como a caminhada em sua rotina. Ao contrário dos tiros rápidos e intensos que às vezes podem proporcionar mais cansaço e fome, caminhar é um exercício que lubrifica as juntas e energiza seu corpo inteiro sem estressar ou exaurir.

3. Combate a depressão

Um estudo de 1999 comparou os efeitos de exercícios, do medicamento antidepressivo Zoloft e da combinação dos dois em um adulto moderadamente deprimido. Os resultados apontaram que, enquanto a medicação reduzia os sintomas da depressão mais rapidamente, o exercício constante – como a caminhada – é mais eficiente a longo prazo. Também comprovou que, após 16 semanas, não houve diferenças significativas nas taxas de depressão entre grupos. E ainda mais, após dez meses, aqueles que se exercitaram sem medicação apresentaram taxas significantemente menores de depressão que os outros dois grupos.

Mesmo sem estar deprimido, caminhar pode melhorar o seu humor, assim como estimular sua criatividade.

4. Melhora a qualidade do sono

Caminhar aumenta os níveis de serotonina, o hormônio da felicidade, que relaxa o seu corpo. A ajuda na circulação de sangue e linfonodos faz com que o praticante se sinta mais alerta e acordado.

Quem pratica exercício físico tem menos dificuldades em adormecer, acabando por ter um sono mais profundo e reparador. A outra boa notícia é que durante a noite ocorre o pico de produção de GH, hormônio do crescimento, que tem papel fundamental no processo de renovação celular e na construção dos músculos.

5. Previne doenças cardiovasculares

O exercício físico fortalece o músculo do coração e relaxa os vasos, diminuindo a pressão. Segundo um estudo do Lawrence Berkley National Laboratory, dos Estados Unidos, uma caminhada moderada é tão eficiente quanto uma corrida para o sistema cardiovascular. Por controlar a pressão, a prática também ajuda na prevenção de derrames e infartos.

6. Trabalha os músculos

Como o pé acaba por ter mais contato com o solo sempre que caminha, o tempo de contração da musculatura da perna é maior. Isto significa que o corpo fica mais definido em algumas zonas, como glúteos, abdome e panturrilha.

7. Controla o colesterol e a diabetes

Para aqueles que caminham frequentemente, a possibilidade de apresentar colesterol (ruim – LDL) alto diminui em 4,3 %, sem contar que o hábito estimula a produção do colesterol bom, o HDL.

Auxilia também aqueles com diabetes devido à maior circulação de sangue nos órgãos e ao estímulo de atividades do pâncreas e do fígado, aumentando produção de insulina, substância responsável pela absorção de glicose no corpo. O exercício também reduz os níveis de glicose, ajudando a ação da insulina no corpo.

8. Combate a osteoporose

Apenas 30 minutos de caminhada, três vezes por semana, faz maravilhas para prevenir e tratar o afinamento dos ossos.

Uma pesquisa recente aponta uma ligação entre exercícios aeróbicos e o aumento da densidade óssea. Segundo George Kelley, do Instituto de Saúde do Hospital Geral de Boston, nos Estados Unidos, a prática de exercícios regulares apresentou um aumento de 2% na massa óssea.

9. É benéfica na gestação

caminhada é considerada um exercício ideal para gestantes por ser simples e não sobrecarregar os joelhos. Pode ser feita, em diferentes níveis de esforço, durante toda a gestação e ajuda a amenizar alguns dos sintomas mais chatos da gravidez, como o inchaço dos pés e pressão alta.

No entanto, é preciso salientar que o acompanhamento médico na hora de decidir começar a praticar a caminhada é fundamental.

10. Caminhada emagrece sim!

Por último e não menos ou mais importante, caminhar emagrece. Se a pessoa não é praticante, a atividade física extra vai demandar uma queima calórica maior do corpo, queimando gordura. Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, devido à aceleração do metabolismo causada pela caminhada, a pessoa continua a emagrecer mesmo horas depois do exercício. Caminhar é um ótimo jeito de começar a praticar exercícios físicos. Incrível, não?

Não se esqueça de

  • Hidratar-se antes, depois e durante a caminhada! Se for sair para uma caminhada longa, leve uma garrafinha com você (e não reutilize a garrafa plástica comum);
  • Lembrar-se de passar protetor solar caso a caminhada seja diurna;
  • Faça alongamentos prévios e também ao final da caminhada;
  • Usar roupas largas, confortáveis e com tecidos respiráveis.

FONTE: https://www.ecycle.com.br/3370-caminhada.html