Monthly Archives: fevereiro 2020

Os benefícios da Vitamina D

Você já deve ter escutado alguém dizer que vai para a praia tomar um sol e “pegar” um pouco de Vitamina D. Apesar dessa frase ser dita com mais frequência no verão, a Vitamina D é importante para o corpo do ser humano o ano todo – e durante toda a vida. O organismo usa a substância para diversas funções e a deficiência de Vitamina D pode resultar em uma série de doenças.

O que é?

A Vitamina D recebeu esse nome quando foi descoberta, no começo do século XX, logo depois das vitaminas A, B e C. Na época, acreditava-se que, assim como outras vitaminas, ela era adquirida apenas pela ingestão de alimentos. Com o tempo, os estudos mostraram que, na verdade, a Vitamina D é um hormônio, justamente por possuir as mesmas estruturas dos hormônios esteroides.

Essa descoberta aconteceu por volta de 1970 e como o nome já era conhecido, ele foi mantido. Depois da “reviravolta” na história da Vitamina D, os estudos começaram a mostrar cada vez mais informações sobre ela: como é sintetizada, onde é obtida e qual a sua importância para o corpo humano no geral.

De onde vem a Vitamina D?

Sol. Essa é a principal palavra quando se fala em Vitamina D. Você vai descobrir mais para frente que é possível adquiri-la de outras maneiras, mas o sol é a fonte mais potente e assertiva para “pegar” a vitamina – cerca de 80% do total. Quando uma pessoa toma sol, ela recebe a radiação ultravioleta (raios UVB) que é responsável por iniciar a metabolização da substância no corpo.

Mas é importante lembrar que a exposição precisa ser feita sem o uso de protetor solar para que a radiação entre realmente em contato com a pele. Pode parecer um pouco contraditório, já que diversos médicos indicam o uso contínuo do bloqueador para evitar doenças como o câncer de pele, não é mesmo? Acontece que a quantidade de tempo exposto ao sol para sintetizar a Vitamina D varia entre 10 e 20 minutos por dia, ou seja, um tempo curto. Além disso, não é necessário tomar sol no corpo todo (evite o rosto). Qualquer parte pode absorver os raios sem problemas (prefira o tronco).

A Vitamina D também pode ser encontrada em alimentos, como peixes gordurosos (salmão, sardinha, atum), ovos, cogumelos e alguns derivados de leite. Essa fonte é suficiente para suprir até 20% da necessidade do corpo da vitamina.

A última forma de adquirir a Vitamina D é por meio de suplementação, ou seja, consumir a Vitamina D oralmente. É importante ressaltar que essa vitamina é vital para o ser humano, mas, em quantidades excessivas, pode causar malefícios. Nunca faça suplementação por conta própria. Procure sempre um médico, mantenha seus exames em dia e, caso necessário, discuta com ele as melhores formas de aumentar os níveis de Vitamina D no seu organismo.

Por que a Vitamina D é tão importante?

A resposta mais fácil seria: porque ela ajuda quase tudo no corpo a funcionar – e funcionar bem! Sem exageros, a Vitamina D é mesmo importantíssima.

Ela atua no metabolismo correto do cálcio e ajuda a prevenir doenças ósseas, como, por exemplo, a Osteoporose e o Raquitismo Infantil. Além disso, a Vitamina D tem papel importante no funcionamento do sistema cardiovascular, ajudando a evitar ataques cardíacos e outras patologias associadas, como a hipertensão.

E não para por aí: doenças autoimunes também são ligadas a hipovitaminose D (deficiência da Vitamina D). Artrite, lúpus, asma, vitiligo, esclerose múltipla, psoríase e diabetes estão entre as patologias que podem ser prevenidas e tratadas com a ajuda da absorção correta de Vitamina D. No caso da esclerose múltipla, por exemplo, já existem estudos que confirmam que os sintomas podem ser estagnados com ajuda do aumento da vitamina e, em alguns casos, até acontecer uma remissão da doença.

Pacientes com depressão apresentam com frequência níveis baixos de Vitamina D no sangue. A deficiência pode ou não estar ligada a causa direta do transtorno psicológico e a suplementação pode ser uma aliada no tratamento.

A Vitamina D vem sendo usada em diversos tratamentos inovadores na medicina, como em casos de Parkinson, onde os pacientes apresentam melhora na cognição.

Sinais

Depois de saber que a Vitamina D é tão importante para o funcionamento do corpo, é mais do que necessário manter vigilância para saber se os níveis da substância estão adequados.

Alguns sinais podem surgir quando há deficiência da vitamina no corpo: sonolência excessiva, tristeza, dor muscular e nas articulações, além do surgimento das patologias citadas acima.

FONTE: http://ortesp.com.br/especialidades/ortopedia-geral/os-beneficios-da-vitamina-d

Brinquedos para o jardim ou quintal de casa

Muitos pais se preocupam em ter um local para a criançada criar brincadeiras e viver grandes aventuras. Quem tem quintal ou jardim pode proporcionar aos pequenos um local legal para brincar. Usando a criatividade é possível fazer o cantinho para das crianças.  Encontramos sugestões que você pode fazer em casa para a garotada brincar.

Confira as dicas para ter inspiração

 

Fonte das imagens: As imagens publicadas não são de nossa autoria. Não sabemos, infelizmente, a autoria ou fonte das fotos e publicações.

FONTE: http://www.casinhadacys.com/2017/08/brinquedos-para-o-jardim-ou-quintal-de.html

Quando Regar As Plantas

Quem cultiva plantas há muito tempo sabe da importância e da atenção que deve ser dada a elas na hora de regá-las. E quem ainda está começando a plantar e cuidar das plantas não deve dar a missão de molhá-las como fácil, pelo contrário, é uma tarefa que exige muita atenção. Você sabia que é mais comum uma planta morrer pelo excesso de água do que pela falta dela? Com o medo de deixá-las sem água, normalmente, os principiantes acabam é colocando água de mais. Porém, verdade seja dita não é nada complexo regar as plantas, basta saber como fazer e pronto. Não tem erro.

Os Cuidados que são Necessários na Hora de Regar a Planta

Não importa se as plantas estão no jardim ou em vasos na parte interna da casa, dos dois modos, elas devem receber os mesmos cuidados, incluindo, principalmente, a rega. Lembrando que as espécies diferentes exigem um tipo de cuidado diferente uma das outras. Porém, o horário para que as plantas recebam água é sempre o mesmo, não importa de qual espécie ela é, molha-se na parte da manhã, bem cedinho, e depois no fim da tarde, sempre superando 15 horas. Mas, muita atenção em relação ao tempo, que não anda muito certinho e pode ser que às 15 horas o sol ainda esteja quente demais, neste caso, regue a planta às 17 horas. E o horário de meio-dia não deve ser usado para molhar as plantas de maneira nenhuma.

Esse também é um detalhe importante que deve ser observado na hora de regar as plantas, as mudanças inesperadas de tempo. Verdade seja dita, não é que o tempo anda muito certinho, pelo contrário, dias quentes demais, dias frios demais, verão estendido, enfim, uma grande confusão. Para evitar que as suas plantas sofram com isso, você deve ficar alerta para regar de acordo com as necessidades delas.

Se você esqueceu de molhar as suas plantas a tardinha, não faça isso à noite. Nesse período, elas não absorverão bem a água, o que fará com que as folhas fiquem por um período mais longo molhadas e isso pode acabar fazendo aparecer fungos.

A Quantidade de Vezes que Devo Regar as Plantas

O primeiro passo antes de fazer a primeira rega das plantas é avaliar quais as condições do dia. O clima pode diferenciar para que seja necessário aumentar a quantidade de água ou diminuir a quantidade. Alguns dias estará muito frio, em outros, muito quente. E claro, se um dia faz muito calor a planta precisa de mais água e no dia que faz frio, precisa de menos água. Por isso, não dá para não considerar o clima.

Porém, existe um modo de saber se a sua plantinha está precisando de água, sem erro. Usando os dedos ou um palito basta mexer na terra e observar se ela está seca ou úmida. No primeiro caso, é hora de regar, no segundo, não precisa, deixe para o dia seguinte.

Além de seguir as instruções anteriores, claro, não esqueça de se informar sobre o tipo de rega que é necessário para espécie de planta que você escolheu.

Sobre a Quantidade de Água que Deverá ser Usada na Rega das Plantas

No caso da rega, pode ter certeza, que é melhor pecar pela falta do que pelo excesso. Se você encharcar a terra tem grandes chances de acabar fazendo morrer as suas plantas, claro, que algumas espécies gostam disso. Por isso, é muito importante conhecer bem como cuidar da sua. Porém, aquelas que não gostam acabam sofrendo porque a raiz se “afoga” não conseguindo ter o ar que precisa. Esse processo gera fungos e doenças na planta.

Quando for regar a planta vá colocando água lentamente e dê pequenas pausas caso perceba que a água está entrando muito devagar na terra ou quando perceber que ela já está saindo nos buracos do fundo do vaso.

 

Como é Feita a Rega nas Folhas

As folhas podem e não podem ser molhadas. Explicando melhor, depende da espécie de planta que você tem em casa, algumas podem ter as folhas molhadas enquanto as outras não podem. Principalmente, aquelas que possuem folhas muito sensíveis, como é o caso, por exemplo, das violetas. Porém, caso você molhe as folhas por acidente não precisa ficar preocupado, não tem problema. Claro, não deixe que isso se repita outras vezes.

Também dá para evitar esses “acidentes”. Ao invés de regar jogando a água diretamente na planta, você poderá colocar a água nos pratinhos ou na base que fica embaixo dos vasos. Além de ter certeza de que as folhas ficarão sequinhas, será possível evitar várias doenças que acabam atingindo as plantas por causa de regas que não são feitas corretamente.

Mais Dicas Para Regar as Plantas da Maneira Correta

Se a sua plantinha ficou sedenta e murchou não pense que agora fazendo a rega e encharcando ela estará tudo resolvido. Pelo contrário, essa água em excesso depois de um período sem o líquido provocará um estresse ainda maior no metabolismo da planta. Na prática, esse processo acarretará a perda total da capacidade de se reidratar da planta e isso fará com que ela sofra com a falência funcional das raízes e em sequência grande parte dos tecidos celulares irão morrer.

A rega não deve ser feita com um super jato de mangueira, o correto é fazer por aspersão, isto é, usando uma forma de chuveiro, com chuviscos, que caiam poucas gotas pouco a pouco. A planta quando recebe água dessa forma tem menos chances de ter as suas folhas lesionadas, principalmente, aquelas mais frágeis. Além disso, com a água controlada não acontecerá de se formarem buracos na parte de cima do substrato.

Lembre-se sempre que a rega não deverá ser feita de maneira nenhuma em um único ponto. A água deve ser distribuída em toda a área do subtrato. Atenção dobrada, como foi dito anteriormente, se a planta não pude receber água nas folhas.

Se quiser usar mesmo a mangueira, faça isso com bico aspersor, outras opções são o pulverizador manual, o regador de bico fino ou o regador com crivo.

FONTE: https://flores.culturamix.com/dicas/quando-regar-as-plantas

Tudo o que você queria saber sobre condomínio fechado

Ter uma casa em condomínio é o sonho de muitas pessoas. Mas o condomínio fechado ainda gera muitas dúvidas – que são esclarecidas neste post.

Ter uma casa em condomínio é o sonho de muitas pessoas. A possibilidade de ter mais qualidade de vida morando “fora da cidade”, mas com todas as facilidades que ela oferece, é sedutora. Se é algo que lhe agrada, fizemos esse post especialmente para você, com tudo que precisa saber sobre condomínio fechado.

Condomínio fechado x loteamento

O primeiro ponto é saber diferenciar condomínio fechado e loteamento.

Apesar dos conceitos aproximados em algumas questões, são bastante diferentes.

Um dos motivos de confusão é que é comum fechar o loteamento, colocando uma portaria na entrada, uma estrutura semelhante ao condomínio fechado.

Mas vamos esclarecer tudo de uma vez por todas!

Loteamento

No loteamento, compra-se a área referente ao lote.

A estrutura de ruas (sistema viário) é de domínio público (responsabilidade da prefeitura), motivo pela qual não se pode proibir o acesso da população em geral.

O máximo que pode ocorrer é ter um controle de circulação (apresentação de documentos na portaria).

Um loteamento fechado só é possível com autorização do município, que pode revogá-la a qualquer momento.

Quando isso acontece, cria-se a figura da associação (semelhante à associação de bairro), que se torna responsável pela manutenção do sistema viário. Nesse caso, é comum o pagamento de uma taxa, pelos moradores, para mantê-la.

Essa é, inclusive, uma questão delicada: conforme posicionamento do Superior Tribunal de Justiça, o proprietário do lote não pode ser obrigado a se filiar à associação.

Esse posicionamento prejudicaria a prestação de serviços comuns ao loteamento (segurança, manutenção etc.).

De forma contrária, isso não acontece nos condomínios.

Condomínio fechado

No condomínio, compra-se a fração ideal, que engloba a área de uso privativo e a área de uso comum (espaço de lazer, área verde e ruas de acesso).

O proprietário tem poderes sobre sua unidade e sobre as demais áreas (“rateadas” conforme a fração de cada um).

O acesso não é aberto ao público, ou seja, pode ser restringido conforme as leis condominiais.

Se você ainda estiver em dúvida, antes de comprar o imóvel, verifique o registro no cartório.

Na certidão, deve constar a característica como loteamento ou condomínio.

Para estar bem informado antes de comprar um terreno em condomínio fechado, veja este post:

Vantagens de morar em um condomínio fechado

São muitas as vantagens de se morar em um condomínio fechado.

Podemos citar 3 principais:

  • Privacidade e espaço amplo;
  • Maior segurança: portaria 24 horas, monitoramento por câmeras, cerca elétrica e ronda motorizada.
  • Estrutura: um condomínio pode ter em seu interior uma estrutura de clube e outras áreas de lazer, sendo que alguns possuem escola, academia, mercado, dentre outros estabelecimentos. Já existem condomínios com hotéis, área empresarial e faculdades, por exemplo.

O síndico do condomínio fechado

Se você mora em um prédio no meio da cidade, sabe as atribuições do síndico.

É ele quem administra o condomínio, convoca as assembleias e quem é responsável por garantir o cumprimento das leis condominiais (regimento interno e convenção de condomínio).

Além das leis condominiais, é regido pelo Código Civil.

 

O síndico de um condomínio fechado terá as mesmas atribuições (art. 1.348 do Código Civil): representação ativa e passiva do condomínio, convocação de assembleias, fazer cumprir as leis condominiais, observar direitos e deveres dos condôminos, elaborar o orçamento relativo a cada ano, dentre outras.

A diferença é que ele deverá gerir uma área bastante grande, já que os condomínios possuem extensas áreas verdes e áreas de lazer.

Um pouco mais de trabalho, digamos assim.

FONTE: https://tudocondo.com.br/tudo-o-que-voce-queria-saber-sobre-condominio-fechado

Adeus, sofá: atividades ao ar livre para crianças de todas as idades

Contato com a natureza traz benefícios a saúde e são essenciais para o crescimento da criança. Atualmente muitos fatores externos contribuem para que as crianças cresçam em um mundo distante do contato com o que é natural.

No Brasil, mais de 80% da população vivem em cidades e quase metade não se sente segura na cidade em que mora. Nos centros urbanos as crianças passam 90% do tempo em lugares fechados, 40% das crianças brasileiras passa uma hora ou menos brincando ao ar livre.

Os hábitos e atividades na infância mudaram muito nos últimos anos por conta de nossas vidas estarem tão enclausuradas entre quatro paredes em casa, na escola e trabalho. Quintal e jardim já não são tão comuns assim e cada vez mais fica mais difícil o acesso a parques, gramados, riachos e o contato com a natureza.

Em meio à uma era tecnológica é difícil não encontrar hoje uma criança conectada a celulares, tablets e notebooks. Por mais que tal comportamento tenha se tornado cada vez mais comum, é importante fazer o questionamento se o uso do equipamento eletrônico está fazendo bem ao pequeno ou se está apenas roubando-lhe o tempo.

Entramos e saímos de “caixas” carro, escola, casa, prédio. Some-se a isso, o maior tempo gasto na frente das telas eletrônicas. Mas se nos tornamos cada vez mais conectados e temos pouco acesso à natureza, devemos ficar atentos aos problemas que os eletrônicos podem trazer e especialmente como afetam a criança e seu desenvolvimento.

A gente sabe que criança precisa de vitamina “S”. Aquela do “S” de sujeira, de terra, de contato com a natureza e com o meio ambiente!

Há quem acredite que a globalização não interfira no crescimento de uma criança, mas qualquer distância que ela tiver da natureza pode ser prejudicial à saúde. Acredite.

O fato das crianças viverem “emparedadas”, emuma rotina em que ela fica fechada e consista apenas em ir para casa, escola e shopping, por exemplo, pode causar sérios problemas.

Mas, mais importante do que ressaltar como pode ser prejudicial a falta da natureza no cotidiano de uma criança, é preciso apontar quantos benefícios o contato com o meio ambiente pode trazer e ajudar no crescimento. Os benefícios variam de acordo com a idade, mas em contato com a natureza a criança desenvolve o brincar mais criativo e autêntico e descobre dentro de si o que a motiva.

O simples fato da criança brincar ao ar livre jardins, quintais e parquinhos, por exemplo, pode trazer melhorias em aspectos físicos, desenvolvendo capacidades motora, mentais, emocionais e até espirituais, por perceberem que fazem parte de algo maior.

Estar em comunhão com o meio ambiente e entender o que ele significa pode trazer tranquilidade e inspiração para os pequenos. A natureza é o espaço de pertencimento da criança, é ali que ela vai explorar os sentidos, descobrir o novo, aprender brincando e observando e evoluir como ser humano.

Mas para a criança desenvolver o gosto por brincar na natureza, ela precisa receber um estímulo. Os pais são referência e por isso precisam inspirar no filho, essa admiração pela natureza, por brincar ao ar livre. Desta forma nascerá a paixão na criança e o respeito pelos bens naturais.

Só é preciso um esforço dos pais para fazer pequenas mudanças e incluir tempo ao ar livre na rotina das crianças. Leve o seu filho para fazer uma trilha, conhecer uma cachoeira, observar as aves. Inclua o pequeno em atividades em contato com o meio ambiente. Esse contato desperta o lado bom nas crianças, traz conhecimento e estimula o tato, audição e visão, acalma a criança e só traz benefícios.

Além da natureza ser importante para a saúde da criança, a criança é essencial para a saúde da natureza. Afinal, elas são como sementes que, no futuro, germinarão e florescerão. Por isso, desde pequenos, precisam compreender o papel do meio ambiente na vida cotidiana. Desta forma, irão cuidar, proteger e preservar todos os bens naturais e garantirão o próprio bem-estar.

Criança não é feita para ficar parada, criança gosta de correr e de liberdade. Aos adultos, basta apenas permitir que esse encontro aconteça. Todos ganham: a criança, a sociedade e nosso planeta.

É bom lembrar que isso também é excelente para adultos, passar um tempo em contato com a natureza, fazendo caminhadas ao ar livre é ótimo para todos. Não é necessário se livrar de todo tipo de tecnologia e se mudar para o campo para cuidar melhor dos pequenos. Investir em um pouco mais em atividades ao ar livre já é suficiente para cumprir essa missão.

FONTE: pegadaecoturismo.com.br/atividades-ao-ar-livre-sao-essenciais-para-desenvolvimento-da-crianca/

10 dicas para um passeio mais divertido e seguro com seu cachorro

Seja no parque ou pelas ruas do bairro, passear com o cachorro costuma ser uma atividade agradável, um momento de cumplicidade com nosso amigão de quatro patas. Mas o que muita gente não leva em consideração é que os passeios precisam ser prazerosos para o animal, afinal a “voltinha”, é algo importante para bem estar do cão.

Com esse novo olhar, podemos deixar os passeios ainda mais seguros e divertidos para o pet. Quem dá as dicas é a veterinária e fundadora da PetAnjo Carolina Rocha.

1. Tranquilidade

Se puder, procure um caminho arborizado e sem muito tumulto. A aproximação de outros cães, pessoas desconhecidas querendo fazer carinho, barulho de skate, bicicleta, moto e crianças correndo costumam estressar os cães, por isso, evite essas situações.

2. Xixi e cocô

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Impedir que o cão fareje e faça as necessidades “sem pressa” é ruim para o animal. E como fazer as necessidades costuma ser um dos principais objetivos do passeio, não custa nada ter um pouco mais de paciência com seu cão.

3. Perigo na rua

Todo animal é curioso, por isso, atenção aos objetos e restos de alimentos que estão no chão. Para evitar machucados e cortes, fique atento ao local onde vocês passeiam. Outro cuidado é com o asfalto e calçadas quentes em dias de sol, que podem queimar as patinhas do cão.

4. Animais soltos

A atenção também precisa estar voltada para outros animais abandonados ou sem guia. Para evitar brigas, uma boa dica é mudar de sentido ou calçada, fazendo com que ele ignore o outro animal.

5. Coleira

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Verifique o estado da coleira e guia, para evitar puxões, fugas e acidentes. Mas os animais precisam de espaço para cheirar e ter estímulos diferentes.

6. Rotina diária

Todo cachorro, independente da raça, precisa ter pelo menos 30 minutos de passeios diários. Além de estimulação física, a caminhada traz benefícios mentais.

7. Foco na diversão

Antes de sair para o passeio, mostre ao cachorro que ele está indo para algo divertido, mas calmo. E foque no tom antes da caminhada. Isso evita ansiedade, reatividade e latidos do cão.

8. Atenção aos sinais corporais

Medo, ansiedade, agressão, latidos, brincadeiras e temperatura corporal, são sinais de alerta principalmente aos animais com focinhos curto. Se seu cão estiver assim, evite ou encurte o passeio e procure um veterinário.

9. Saúde em primeiro lugar

Oferecer água fresca durante o passeio e em outros momentos do dia, evita que o animal fique desidratado. Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Na rua os animais ficam expostos a parasitas, vírus e bactérias. Para evitar doenças e infestações indesejadas, garanta que a vacinação e o antipulgas de seu cão estejam em dia. E durante o passeio não esqueça da hidratação, leve uma garrafinha e ofereça água ao pet.

10. Na confiança

Se você não puder passear com seu cão, confie a missão a uma pessoa de confiança, seja ela alguém da família ou um profissional, como os “dogwalkers”. Esse cuidado pode evitar acidentes e traumas ao animal.

FONTE: https://www.tribunapr.com.br/blogs/mania-animal/10-dicas-para-um-passeio-mais-divertido-e-seguro-com-seu-cachorro/

A IMPORTÂNCIA DA ÁREA DE LAZER NOS CONDOMÍNIOS

Você conhece as vantagens de ter área de lazer em condomínio?

Quem mora em condomínio com áreas reservadas para momentos de lazer, com certeza garante uma qualidade de vida melhor em sua rotina.

Além da comodidade de poder escolher qual atividade fazer em seu momento de distração sem precisar ir muito longe, ainda é possível ter a companhia da família.

Outro ponto fortíssimo para essas pessoas é a segurança. Por está em um ambiente fechado, que em boa parte das vezes é possível conhecer quem frequenta, é possível permitir um pouco mais de liberdade para as crianças.

Nesse sentido, ao escolher o condomínio ideal, privilegiar construções com espaços para entretenimento é uma decisão inteligente e saudável.

A importância da área de lazer nos condomínios:

  • 1.Tranquilidade e Segurança

Condomínios fechados contam com segurança 24 horas e circuitos internos de TV que monitoram tudo o que acontece em seu interior. Assim as áreas de lazer proporcionam monitorar todas as atividades das crianças e adolescentes, o que significa uma grande tranquilidade para os pais. Além disso, há controle de entrada de não moradores, como entregadores e visitantes, o que confere ainda mais proteção a quem reside ali.

 

  1. Rotina mais saudável

Sabemos que a preocupação com a saúde deve ser levada a sério e que a prática regular de exercícios físicos é um ponto fundamental para uma boa qualidade de vida.

Com uma área de lazer no condomínio e espaço fitness, não vai haver espaço para desânimo e desculpas! Assim, é possível encaixar algum tempo de atividade física em sua rotina, fazendo com que sua vida fique mais saudável sem grandes sacrifícios.

  1. Economia de tempo

Para quem tem um cotidiano corrido, cada minuto economizado vale ouro. Você já viu no tópico anterior como uma área de lazer no condomínio facilita a prática de exercícios físicos. Mas, e se você conseguisse otimizar ainda mais o seu tempo?

Chega de encarar o trânsito para ir ao clube nos finais de semana. A área de lazer oferece tudo isso e muito mais com a conveniência de não precisar sair do seu condomínio. Desse modo, você vai até mesmo conseguir incluir os momentos de diversão e descanso nos dias úteis com mais facilidade.

  1. Redução dos gastos

Basta fazer as contas: inclua a cota do clube, mensalidade da academia, custos com passagens em transporte público ou gasolina.

O custo disso tudo no final do mês é bem alto, mas você vai poder cortá-los facilmente do seu orçamento, economizando com deslocamentos e mensalidades.

E não é só isso. Se você é do tipo que gosta de oferecer churrascos e confraternizações para os amigos, ainda deixa de pagar os valores altíssimos que costumam ser cobrados no aluguel de espaços para festas.

Basta reservar uma data, pagar a taxa simbólica de uso e limpeza da churrasqueira ou do salão de festas e aproveitar o momento com toda comodidade e segurança.

Você tem tudo em um só lugar e com o investimento apenas da taxa condominial — cujo valor é sempre discutido e apresentado na Assembleia de condôminos. Assim, pode ter certeza: você sai ganhando

  1. Espaço para receber familiares e amigos

Quando você compra um apartamento em um condomínio fechado, está fazendo um investimento no fortalecimento desses laços. Afinal, com todas essas possibilidades e vantagens oferecidas, você sempre terá tempo e espaço para recebê-los a qualquer momento em um ambiente agradável e descontraído.

FONTE: https://www.fraiha.com.br/importancia-da-area-de-lazer-nos-condominios/

Quer sair do sedentarismo? Saiba como começar!

Por Viva Rituaali

A correria do dia a dia, o cansaço após uma longa jornada de trabalho e muitas preocupações podem fazer com que sair do sedentarismo se torne uma missão quase impossível, não é mesmo? Afinal, com tantas demandas, é difícil encontrar um tempinho na agenda para praticar atividades físicas e ainda ter disposição para lidar com mais um “compromisso”.

Porém, todo mundo sabe que a falta de atividades pode contribuir para o surgimento de inúmeras doenças, além de diminuir a nossa qualidade de vida consideravelmente, sendo responsável pelo aparecimento da insônia, indisposição, dores no corpo e muitos outros problemas.

Se você quer modificar essa situação e sair do sedentarismo, mas nunca consegue manter a frequência dos exercícios, veja informações importantes que vão fazer com que a atividade física seja inserida na sua rotina de forma saudável e prazerosa!

Por que eu devo sair do sedentarismo?

Calçar os tênis e começar a se exercitar ainda não parece um objetivo assim tão importante para você? Pois saiba que inúmeras pesquisas têm alertado sobre os perigos do sedentarismo para a nossa saúde.

A falta de atividade física está entre os principais fatores de risco para a saúde e, além de provocar doenças, esse hábito pode encurtar a vida.

Uma rotina sedentária pode contribuir para o surgimento de doenças crônico-degenerativas — como diabetes, hipertensão arterial, obesidade, colesterol alto, osteoporose e infarto — e também estar relacionada, direta ou indiretamente, com as causas da morte súbita.

Além de todos esses riscos, a falta de atividades pode influenciar na nossa saúde mental, potencializando os efeitos negativos do estresse, ansiedade e depressão, piorando a nossa qualidade de vida.

Conheça alguns benefícios de se exercitar com frequência:

  • redução da obesidade, da fadiga e até de algumas dores crônicas;
  • melhora da autoestima, dos padrões de sono, do sistema imunológico e da postura;
  • alívio da tensão muscular e aumento da sensação de bem-estar;
  • manutenção do desenvolvimento das estruturas ósseas e musculares;
  • melhora na circulação e diminuição da retenção de líquidos;
  • combate os sintomas da TPM, da depressão e ansiedade;
  • melhora da capacidade pulmonar;
  • diminui os riscos de problemas cardíacos e de doenças crônicas;
  • alivia os sintomas do estresse e contribui para uma vida mais equilibrada e feliz.

Como sair do sedentarismo?

Agora que você já sabe todos os benefícios que praticar atividades pode trazer, que tal começar a planejar novas maneiras de incluir os exercícios na sua rotina? Saiba que não são apenas a corrida e a musculação que conseguem melhorar a sua saúde, o importante é estar fisicamente ativo, encontrando algo que lhe dê prazer e que ajude você a atingir as suas metas. Vale a pena conferir as dicas que separamos!

1. Avalie a sua condição física

Se você ficou parado por muito tempo, é importante passar por uma avaliação antes de iniciar qualquer tipo de exercício. Assim, você saberá como está a sua saúde e quais são as práticas mais recomendadas para o seu corpo.

Além disso, essa avaliação te ajudará a acompanhar a sua evolução ao longo do tempo, medindo sua taxa de gordura, sua quantidade de massa muscular e também as suas medidas, além de outros dados específicos — como taxa de colesterol —, podendo servir como parâmetro para você perceber os benefícios de se manter firme no seu plano.

2. Defina seus objetivos, mas seja realista

Por que você quer se exercitar? Saber o que esperar é fundamental para encontrar as atividades que mais se encaixem no seu objetivo. Mas é importante que você seja realista, ou essa meta poderá te ajudar a se frustrar facilmente e abandonar os exercícios.

Se você pretende emagrecer, estipule metas que possam ser alcançadas sem exageros, como reduzir 1 kg em dois meses, por exemplo. Além disso, coloque objetivos que podem mostrar o quanto a sua capacidade física está melhorando, como subir um lance de escadas sem ficar tão cansado ou melhorar o tempo da sua corrida.

3. Experimente exercícios variados e encontre o seu favorito

Você detesta academia? Não suporta corrida ou caminhada? Tudo bem, essas não são as únicas maneiras de sair do sedentarismo. O importante é experimentar alguns exercícios variados e, então, encontrar aquele que, além de fazer bem para o seu corpo, também te dê prazer. Assim, será muito mais fácil encaixá-lo na sua rotina!

Os exercícios ao ar livre — como esportes, yoga ou ciclismo — são ótimas escolhas para quem quer sair de casa. Quem sente muito calor pode optar pela natação ou hidroginástica e aqueles que adoram conhecer pessoas novas podem incluir aulas de dança na sua rotina. Experimente diferentes opções até encontrar a que mais se encaixa no seu perfil.

4. Vá aos poucos

Não queira mudar radicalmente da noite para o dia. Lembre-se de que o seu corpo precisa de um tempo de adaptação, por isso, comece com uma intensidade menor e vá, progressivamente, se desafiando.

Outra ideia é variar as modalidades, assim, você não cai na rotina e pode trabalhar áreas diferentes do seu corpo, como investindo em um dia na musculação, outro na atividade aeróbica e fechando a semana com yoga, alongamento ou outra empreitada mais relaxante.

5. Se não der hoje, faça amanhã

Quantas vezes não começamos a primeira semana com muita motivação, mas os imprevistos aparecem e logo já desistimos da nova rotina? Saiba que incluir um novo hábito no seu dia a dia pode não ser tão fácil e será preciso persistir.

Por isso, não se cobre demais. Se hoje não der para fazer o exercício, retome o planejamento amanhã. O importante é manter o foco até que aquilo vire algo natural!

6. Conheça a sua rotina e os seus gostos

Nem sempre aquele exercício “da moda” será o ideal para você. Para que você consiga incluir a atividade na sua vida, ela precisa ser algo que dê prazer e que te motive ou inspire.

Por isso, conheça bem as suas preferências pessoais e também sua rotina. Você não consegue levantar cedo e sempre adia as atividades matinais? Então, não é uma boa ideia se programar para correr todos os dias às 5 da manhã, não é mesmo?

Encontre um horário que seja fácil de incluir a atividade e que você se sinta animado para isso. Se é difícil começar sozinho, chame os amigos ou alguém que também precisa deixar o sedentarismo de lado, assim, será mais difícil “matar” o treino naqueles dias de preguiça.

Quando cumprir toda a sua meta, que tal se dar um presente? Pode ser uma massagem relaxante ou uma roupa na sua medida atual. Esses pequenos mimos vão te ajudar a manter o ritmo e se manter motivado.

Saiba quais são as plantas mais fáceis de cuidar

 

Saiba quais são as plantas mais fáceis de cuidar

Flor do Guarujá, Onze Horas e Fitônia são algumas espécies que, além de deixarem o ambiente lindo, são simples de cuidar

Ter plantas em casa deixa tudo mais bonito e harmonioso. Viver em um local colorido pela natureza, mesmo que muitas vezes longe dela, faz com que nossos dias sejam bem melhores. Porém, nem todo mundo sabe o que fazer para deixá-las sempre bonitas e charmosas. Para te ajudar, separamos algumas plantas fáceis de cuidar para você decorar sua casa.

Flor do Guarujá

A Flor do Guarujá é símbolo da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte. Seu nome científico é PE Turnera ulmifolia, mas também é conhecida como Onze Horas de Praia, Chanana e Flor do Guarujá.

O melhor dessa planta é que ela tem flores quase o ano inteiro. Ela é originária de toda a América tropical, por isso gosta de temperaturas mais elevadas. A Flor do Guarujá não precisa de poda, mas caso precise por conta do espaço na casa, procure podá-la entre maio e agosto.

Ela não necessita de rega diversas vezes ao dia, basta uma vez por semana para que ela se mantenha forte e saudável. A planta se dá bem em qualquer tipo de terreno, mas o seu preferido é o areno-argiloso.

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Onze Horas

A planta Onze Horas tem como nome científico Portulaca Grandifora. É originária da Argentina, Uruguai e Brasil, facilitando encontrá-las por aqui.

Suas flores abrem nos horários mais quentes do dia, por isso elas gostam de bastante sol e de solo mais leve, que seja bem drenado. Lembre-se: seja onde for plantar, misture uma parte de substrato de jardim com uma parte de areia grossa.

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Fitônia

Agora falaremos das Fitônias, que também são conhecidas como Plantas Mosaico. Ela é indicada para interiores e gosta de lugares com sombra e água fresquinha.

É bacana utilizar fertilizante foliar para cuidar delas, além de regar bastante em dias quentes. O bom da Fitônia é que ela é de porte pequeno e mesmo assim pode ser podada.

Evite correntes de ar, sol e ar condicionado, esses elementos tiram a umidade delas e faz com que suas folhas fiquem queimadas. E não se esqueça: elas não podem ser ingeridas, pois é uma planta tóxica.

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FONTE: https://www.imovelweb.com.br/noticias/dicas-2/saiba-quais-sao-plantas-mais-faceis-de-cuidar/

5 dicas essenciais para cuidar do seu cachorro

1. Cuide da higiene do seu cachorro

É importantíssimo que seu cachorrinho tome banho com frequência. Algumas raças precisam de banho toda semana, outras a cada quinze dias. O bichinho precisa tomar, pelo menos, um banho por mês.

Muitas pessoas esquecem que a higiene do pet não se limita apenas ao banho. É preciso escovar os dentes, cortar as unhas, limpar as orelhas e, em alguns casos, tosar os pelos. O dono mesmo pode se encarregar de fazer a higiene. Mas, se você costuma levar o seu cãozinho ao pet shop, veja bem se eles estão fazendo a higienização de forma correta.

2. Leve seu cãozinho para passear

Cachorros maiores e de porte mais forte precisam fazer uma série de exercícios para gastar energia, já os menores necessitam apenas de uma caminhada. Enfim, a questão é: os cachorros também precisam fazer exercícios para permanecerem saudáveis.

Então não se esqueça de levar seu cachorrinho para passear frequentemente. Quanto mais vezes você sair para passear com seu bichinho, melhor. Essa dica vale especialmente para quem mora em apartamento ou em casas sem quintal, pois os cãezinhos ficam sem espaço para se exercitar.

Lembrando que é responsabilidade do dono recolher a sujeira que o animal faz na rua durante o passeio. Cuidar do cachorro inclui também esses pormenores.

3. Forneça uma boa alimentação

Nada de dar comida ao seu cão. Existem rações super nutritivas para várias finalidades e é essencial que você esteja atento a essa diversidade: tem ração para filhotes, para cachorros obesos, castrados e até idosos. O ideal é que você ofereça ao seu pet uma ração que atenda às necessidades dele.

Crie um horário certo para alimentar seu cachorro e não deixe a ração sempre à disposição dele. Alimente-o, no máximo, três vezes ao dia (se for adulto) e regule a quantidade de acordo com o tamanho do bichinho.

4. Brinque com seu cãozinho

Além de passear, os cães também precisam de diversão enquanto estão presos dentro de casa. Caso contrário, eles ficarão tristes e podem até adoecer. Tire um tempo do seu dia para brincar com seu cachorro, coloque a criançada para fazer a festa com o bichinho.

Cachorros também adoram brinquedos, por isso, sugerimos que você ofereça algum brinquedinho para ele, como bolinhas, bichinho de pelúcia e pedaços de corda. Além de brincar, os cães também adoram ganhar um carinho. Cachorros que ganham atenção e amor são muito mais felizes e sociáveis.

5. Leve ao veterinário

Essa é uma das dicas mais importantes. Por mais que você cuide bem do seu pet, ele precisa ter uma frequência no veterinário. Afinal, só eles podem realizar alguns procedimentos e avaliar a saúde do seu bichinho.

Certifique-se de que as vacinas do seu cãozinho estão em dia. Caso ele precise tomar remédios, separe cuidadosamente de acordo com os dias. Para não se atrapalhar na hora de administrar a medicação do bichinho, organize os remédios com etiquetas com os horários e as medidas.

FONTE: https://www.grudadoemvoce.com.br/blog/cuidar-do-cachorro/